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O Piano e suas Perspectivas

O Projeto "O Piano e suas Perspectivas" é uma realização da Escola de Música e Artes Cênicas e da Reitoria Digital da Universidade Federal de Goiás, cujo objetivo principal é falar sobre música, sociedade e seu importante papel para a formação do ser humano. Todas as sextas-feiras, às 17h pelo canal do YouTube da UFG_oficial, um convidado especial do Brasil e do mundo para falar não apenas para a comunidade acadêmica, mas para toda a sociedade. O projeto tem o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal, Centro de Estudos em Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa, Centro de Estudos Brasileiros-UFG e Rádio Universitária, teve seu início em Junho de 2020, já está na 34ª Edição com convidados dos EUA, Colômbia, Argentina, Cuba, Brasil, México, Portugal e acessos ao programa de 12 países.

Sob coordenação da pianista da EMAC-UFG, Andréa Luísa Teixeira, terá a partir do dia 11/03/2022 mais uma parceria no projeto além da Mississippi State University com a Dra. Rosângela Sebba, a Universidad del Atlántico, da Colômbia, com a Dra. Yamira Rodriguez Núñez.

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Confira abaixo a Galeria de Informações dos entrevistados:

 


 

Jesús Herrera

🎶 A entrevista desta sexta-feira (05/08) é com  Jesús Herrera

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Natural da Cidade do México, Jesús Herrera é musicólogo e pianista. Doutor em Criação e Teorias da Cultura pela Universidade das Américas - Puebla. Estudou Piano na Universidade Nacional Autônoma do México, Mestrado em Piano na Universidade de Indiana em Bloomington, Estados Unidos, e Mestrado em Musicologia na Universidade Veracruzana em Xalapa. Recebeu bolsas como a Fulbright-García Robles para estudos de pós-graduação e as bolsas de Intérprete e Intérprete do Fundo Nacional para a Cultura e as Artes.De 2004 a 2009 lecionou piano nos níveis preparatório e de graduação na Escola Nacional de Música da UNAM. De 2006 a 2007 trabalhou como pesquisador na catalogação do arquivo musical da Catedral Metropolitana do México, um projeto do Seminário Nacional de Música na Nova Espanha e México Independente baseado no Instituto de Pesquisas Estéticas da UNAM. Entre 2007 e 2009 foi académico do Conservatório Nacional de Música. Em 2009 ingressou na Universidad Veracruzana. Publicou trabalhos de pesquisa e edições críticas da música mexicana, especialmente música para teclado do final do vice-reinado e do século XIX. Apresentou trabalhos em vários congressos nacionais e internacionais de musicologia. Como pianista, já se apresentou em vários palcos no México, Espanha e nos Estados Unidos.

 

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Eliane Salek

🎶 A entrevista desta sexta-feira (29/07) é com  Eliane Salek

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“Uma das mulheres que fazem a grandeza do jazz", ao lado de Toshiko Akiyoshi e Tânia Maria, por José Domingos Raffaelli, que também considerou o seu segundo álbum, um dos três melhores de MPB do ano e “a Ella Fitzgerald brasileira” (por François Loup, Maryland University).

Eliane Salek atuou por 19 anos como cantora no teatro lírico (Theatro Municipal do RJ), atuando no Coro e como solista;cantora popular e de jazz,com atuação nacional e internacional.Como pianista e flautista, atuou em concertos e gravações ao lado dos maiores artistas da MPB como Toquinho, Sivuca, Paulinho da Viola, Elizeth Cardoso, Alaíde Costa, Zeca Pagodinho, Orquestras Sinfônicas, de jazz e MPB.Como arranjador produziu para a TV GLOBO, seus CDs e Discos infantis.

Em 2006 levou sua música a Paris, Berlim,Hilden (Festival de Jazz), Roma, Lyon (Péristyle de l'Opéra de Lyon, Radio Fréquence Jazz (Robert Lapassade), TV France 3 e Salle Debussy.Em 2019 apresentou-se com grande sucesso na Casa da Música do Porto e Cascais Jazz Club.

 

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leonel morales

🎶 A entrevista desta sexta-feira (22/07) é com  Leonel Morales

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Leonel Morales é Professor na Sommerakademie em Salzburgo e na Universidade Alfonso X el Sabio em Madrid. Artista Exclusivo do Yangtze River Piano (China), Diretor Artístico e Fundador do Concurso Internacional de Piano Maria Herrero (Granada), Concurso Internacional de Piano La Rioja (La Rioja) e Concurso Internacional de Piano Compositor Espanhol (Madri) Nascido em Cuba, é cidadão espanhol e vive na Espanha desde 1991. Formou-se na Universidade de Havana sob a tutela de Frank Fernandez, aluno de Victor Merzhanov, que foi discípulo de Feinberg, por isso segue a tradicional escola russa. Fez pós-graduação com Dmitry Voskresensky e Jacov Latainer.

 

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mauricy o piano e suas perspectivas arte divulgação

🎶 A entrevista desta sexta-feira (01/07) é com  Maurícy Martin

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Maurícy Martin, professor na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) há 37 anos, se destaca por sua atuação como pianista e educador no Brasil, EUA, Itália, Sérvia, Hungria, Argentina e Paraguai. Como solista de orquestra, já tocou sobre a regência de renomados maestros. Seu estilo pianístico é reconhecido pelo seu "som claro, limpo e bonito". Sua apresentação da Sonata I de Alberto Ginastera em Raleigh (EUA) foi aclamada como “uma das melhores apresentações..., mostrando musicalidade profunda e compreensão da alma interior da música, bem como uma facilidade técnica de mais alto nível”. Educador dedicado, Maurícy Martin traz consigo respeitada reputação nacional e internacional como professor e julgador em concursos. Como artista convidado já ministrou Master Classes nas principais universidades do Brasil e do mundo.  Mauricy Martin obteve o Mestrado na famosa escola de música na Jacob 's School of Music da Indiana University e o Doutorado na Boston University onde foi discípulo do grande pianista americano Anthony di Bonaventura. Mauricy Martin também é Diretor Artístico do Backa Palanka International Piano Festival na Sérvia e curador da série de concertos da Sala Watari em Campinas.

 

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O PIANO E SUAS PERSPECTIVAS - MAESTRO MAURICIO

🎶 A entrevista desta sexta-feira (01/07) é com  Mauricio Hernández Cala

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Maurício Hernández Cala é um pianista colombiano de grande projeção artística. Mestre em Música com ênfase em interpretação pianística e Mestre em pedagogia do piano  pela National University. Especialista em Programa de Gestão de Instituições Educacionais (Universidad del Tolima). Foi convidado como professor e concertista para tocar nas principais salas de concertos e festivais  na Colômbia.

Em 2009 foi distinguido com a primeira menção honrosa no concurso nacional de piano de Bucaramanga (UIS). Foi organizador e participante da 1ª, 3ª e 4ª edições do Festival Internacional de Piano “Oscar Buenaventura” na cidade de Ibagué, e artista nacional convidado para o primeiro festival internacional de piano pela Universidade de Caldas, dividindo o palco com grandes artistas internacionais como Blanca Uribe, dentre outros. Desde 2008, está vinculado como professor em vários programas universitários. Atualmente, está ligado ao Conservatório e à Universidade de Ibagué.

Recentemente foi convidado a participar como especialista nas Mesas de Trabalho do Plano Nacional de Música 2023-2032 do Ministério da Cultura.

 

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Ricardo Ballestero

🎶 A entrevista desta sexta-feira (01/07) é com  Ricardo Ballestero

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Nascido em São Paulo, Ricardo Ballestero dedica-se à música de câmara e à colaboração musical, tendo frequentemente realizado recitais ao lado de instrumentistas e cantores como Adélia Issa, Alex Klein, Atar Arad, Cristiano Alves, Eiko Senda, Erling Blöndal Bengtsson, Gabriella Pace, Hansjörg Schellenberger, Paulo Szot e Ray Chen, entre tantos outros. Apresenta-se regularmente nas principais salas e teatros do Brasil,  e tem participado de vários projetos de gravação para promover a música vocal e instrumental de compositores brasileiros. Como pianista e diretor musical, tem explorado novas formas de apresentação da canção e da música câmara, que resultaram em diversas colaborações com a São Paulo Companhia de Dança. Foi professor na Universidade de Colorado-Boulder e realizou recitais, palestras e cursos nos EUA, Alemanha, Itália, Espanha, Portugal, Canadá, Sérvia e Argentina. É Doutor em Música pela Universidade de Michigan, onde estudou Piano Colaborativo e Música de Câmara com Martin Katz. Estudou também no Westminster Choir College (mestrado) e na Universidade de São Paulo (bacharelado). Foi integrante do Houston Grand Opera Studio em 2003-04. 

 

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Sally Pinkas

🎶 A entrevista desta sexta-feira (24/06) é com  Sally Pinkas

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Após sua estreia no Wigmore Hall em Londres, a pianista israelense Sally Pinkas foi aclamada por seus concertos como solista e camerista.  Entre os destaques estão apresentações com Boston Pops, Aspen Philharmonia e Jupiter Symphony de Nova York, e nos festivais de Marlboro, Aspen, Rockport (EUA), Pontlevoy (França), Havana (Cuba) e HCMC Conservatory (Vietnã).  Elogiada por seu toque radiante e energético, a extensa discografia inclui músicas de Mozart, Schumann, Fauré, Debussy, Gaubert, Martinů, Shapiro, Pinkham e Wolff para os selos MSR, Centaur, Naxos, Toccata Classics e Mode.  Pinkas tem uma agenda cheia com turnês e gravações com o Hirsch-Pinkas Duo (uma colaboração com o seu marido, o pianista Evan Hirsch), com o Ensemble Schumann e com o Adaskin String Trio.  Nesta temporada ela fará sua estreia solo na Espanha, retornando ao Brasil com o Hirsch-Pinkas Duo e à China em uma extensa turnê com o Ensemble Schumann.

Pinkas é formada em performance pela Indiana University e pelo New England Conservatory of Music, e seu Ph.D.  em composição pela Universidade Brandeis.  Seus principais professores foram Russell Sherman, George Sebok, Luise Vosgerchian e Genia Bar-Niv (piano), Sergiu Natra (composição) e Robert Koff (música de câmara).  Pinkas é pianista residente no Centro Hopkins em Dartmouth College, onde é Professora no Departamento de Música de Dartmouth.

 

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O PIANO E SUAS PERSPECTIVAS - Andrés

🎶 A entrevista desta sexta-feira (10/06) é com  André Goméz Bravo

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O pianista colombiano Andrés Gómez Bravo desenvolve extensa atividade como solista, camerista e professor. Suas interpretações foram ouvidas em salas importantes de todo o mundo,  como o Kennedy Center (EUA), o National Arts Center (Canadá) e a Academia Sibelius (Finlândia), Biblioteca Luis Angel Arango, o Teatro Mayor Julio Mario Santodomingo, o Teatro Metropolitano de Medellín e o Salão Beethoven de Cali (Colômbia). Participou em vários festivais e congressos. Fez várias gravações de CD´s, incluindo o concerto para cravo, violão e orquestra de cordas de Mario Gómez Vignes, dois CDs de música de câmara com clarinete com o Dr. Javier Asdrúbal Vinasco, dentre otros. Durante sua carreira colaborou com artistas como Braunwin Sheldrick (Canadá), Sergio Fernándes Pires (Portugal), Nolween Bargin (Suíça), Aleksandr Haskin (Bielorrússia), Blanca Uribe (Colômbia), Teresita Gómez (Colômbia), Javier Asdrúbal Vinasco (Colômbia), Tabatha Easly, (EUA), dentre outros .

Dr. Andrés Gómez Bravo fez seus estudos de graduação na Universidade EAFIT com os professores Lise Frank e Radostina Petkova. Ele recebeu seu MBA pela Eastern Michigan University com o Dr. Joel Schoenhals e seu Ph.D. pela Eastman School of Music com a Sra. Rebecca Penneys. Durante sua formação recebeu aulas com Blanca Uribe, Paulina Zamora, Jhon Milbauer, Nicola Melville, Michael Boyd, entre outros. Atualmente é coordenador da área de piano da Universidade EAFIT onde leciona performance de piano, música de câmara e piano colaborativo. É fundador e diretor artístico da Fundação de Música de Câmara de Medellín, entidade dedicada à difusão do gênero na cidade. Desde 2016 é professor residente no Global Institute of Music em Richmond, Virgínia.

www.andresgomezbravo.com

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O PIANO E SUAS PERSPECTIVAS - ANA MARIA

🎶 A entrevista desta sexta-feira (03/06) é com  Ana María Orduz-Espinal

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A pianista colombiana Ana María Orduz-Espinal foi artista convidada da série de concertos Amazonas em 2016, onde fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York. Além disso, participou de inúmeros festivais nacionais e internacionais e recebeu importantes prêmios. Ela tocou como solista em várias orquestras nos EUA e na Colômbia; e ofereceu recitais de piano solo e música de câmara na Colômbia, Estados Unidos, Itália, Espanha, Chile, Brasil, Panamá, Costa Rica, Malásia e Singapura.

Iniciou seus estudos musicais no Instituto Musical Diego Echavarría, e obteve seu diploma de graduação Suma Cum Laude pela Universidade de Memphis (EUA), e seu mestrado e doutorado pela Universidade de Iowa (EUA). Seu interesse pela pedagogia do piano a levou a falar em conferências nos Estados Unidos, Malásia, Brasil, Panamá, Chile, Espanha e Colômbia. É fundadora e diretora da: Fundação Pianíssimo (pianissimo.com.co), também de vários grupos de música de câmara; e junto com Rene Lecuona do Piano Festival of The Americas. Atualmente é professora da Universidade de Antioquia, onde coordena a área de piano. É Artista Yamaha desde 2017.

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O PIANO E SUAS PERSPECTIVAS - ÂNGELO PRIMON

🎶 A entrevista desta sexta-feira (27/05) é com  Ângelo Primon

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Com 34 anos de carreira, o compositor, multi-instrumentista e produtor portoalegrense Angelo Primon é Bacharel em Música Popular pela UFRGS e já atuou com artistas de várias tendências: Nei Lisboa, Gilberto Gil, Richard Serraria, Adriana Deffenti, Daniel Drexler, Orquestra de Câmara da ULBRA e Grupo Cuidado que Mancha, Grupo Música Mundana e Violas ao sul. Possui 8 Prêmios Açorianos de Música: Melhor CD Instrumental e show do ano por seu trabalho autoral Mosaico em 2004, Melhor Instrumentista categoria MPB nos anos de 2006, 2008 e 2016/17 e Melhor Arranjador MPB em 2011, 2016/17 e 2017/18. Produz trilhas para teatro, dança e cinema. Desenvolve desde 1998 pesquisas sobre as sonoridades da viola de dez cordas, viola de cocho, viola de Buriti, rabeca, oud árabe, surtarang, surbahar e sitar indiano.

 

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O piano e suas perspectivas Luiz Fernando Chaffin

🎶 A entrevista desta sexta-feira (20/05) é com  Luiz Fernando Chaffin

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Formou-se em violão clássico pelo Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Aprofundou seus estudos de teoria, harmonia, contraponto, arranjo, composição, improvisação e harmonia funcional com Sérgio Benevenutto na escola Rio Música. Vem atuando no mercado fonográfico e de shows há mais de 37 anos, tendo tocado com grandes nomes da MPB. Nos anos 80 e 90, residindo no Rio de Janeiro, trabalhou com artistas como Simone, Zélia Duncan, Dalto, Elimar Santos, Sonia Santos, Luiz Ayrão, Marcos Sabino. Com eles, trabalhou no Brasil e no exterior, como no Festival de Jazz deMontreaux, na Suiça, com a cantora Simone e no Summer Stage Festival, em Nova York, com a cantora Zélia Duncan. Desde 1998, vem excursionando pelas Américas Central e do Sul, Europa, África e Brasil, dirigindo o Grupo SOLO BRASIL, grupo este que depois de uma exitosa turnê por países lusófanos , gravou no teatro da Trindade em Lisboa seu maravilhoso DVD. Representou o Brasil, no Encontro de Guitarristas, no Festival de Rabat – Marrocos, em 2003.Como diretor do “Canto da Gente”, grupo formado pelos cantores Fernando Perillo, João Caetano, Pádua e Maria Eugênia, viajou para Viena, no Festival de Jazz, em 2002.  Por algumas vezes, dirigiu e atuou como professor, no Festival de Música “Canto da Primavera”, em Pirenópolis (GO). Dirigiu, em 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012, 2013, 2017, 2018 e2019, uma grande Mostra da Música Popular Brasileira feita em Goiás, o “Goiânia Canto de Ouro” , coordenando, durante quatro meses de cada edição, técnicos, músicos e artistas de estilos diversos. Também coordenou várias edições do projeto do SESC-GO intitulado “Vozes de Goiás”.

 

Atualmente dirige e produz discos e shows para vários artistas goianos, tais como Maria Eugênia, Pádua, Juraíldes da Cruz, Forró Cerrado, Luiz Augusto e Amauri Garcia, Taís Guerino, Tom Chris, Grupo Essência, Os Caçulas, Chico Aafa, Andre Mols, Thayna Janaína , Brunno Moreno, Valter Mustafé e muitos outros. Criou a empresa LUME, em 2001, com a qual coordena projetos de vários artistas. Produziu, desde então, mais de uma centena de produtos entre CDs e DVDs, vários deles incentivados por leis de incentivo à cultura, no âmbito municipal, estadual e federal.

 

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O PIANO E SUAS PERSPECTIVAS DAVID

🎶 A entrevista do dia 13/05/2022 foi com  Dr. David Korevaar

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Aclamado pelo seu "maravilhoso caloroso, flexível e espontâneo toque" pelo The Washington Post, o premiado pianista David Korevaar tem uma agenda cheia como solista e camerista. Tem realizado master classes nos Estados Unidos, Europa, Ásia, América Central e do Sul. Os mais recentes, aconteceram em Taipei, Brasil - São Paulo, Porto Alegre, Rio de janeiro, João Pessoa, Recife e Natal, Cazaquistão e no Tajiquistão como Enviado Cultural do Departamento de Estado dos EUA lecionando no Instituto Nacional de Música do Afeganistão (ANIM), em Cabul.
Como solista de orquestras ele se apresentou com a Filarmônica de Rochester, Sinfônica do Colorado, Orquestra de Louisville, Orquestra de Câmara Shonan do Japão, Sinfônica Goiânia do Brasil, e com os aclamados maestros Guillermo Figueroa, Per Brevig, Stanislaw Skrowaczewski e Jorge Mester. A sua interpretação do Concerto para Piano Preparado e Orquestra de Câmara de John Cage sob a direção de Paul Zukofsky cuja interpretação foi elogiada pelo New York Times "como admiravelmente projetada na dedicada e adorável performance de David Korevaar". David se sentiu honrado por trabalhar com Cage na preparação do concerto.
Seus prêmios incluem, Richard French da Juilliard School, homenageando a sua dissertação de doutorado sobre Miroirs de Ravel, vários prémios da Universidade de Maryland, William Kapell International Piano Competition e da Peabody-Mason Foundation, bem como o prémio de melhor performance de música francesa no Concurso Internacional Robert Casadesus. Foi também vencedor do Young Concert Artists como membro do grupo Hexagon.

Dr. Korevaar começou os estudos de piano aos seis anos de idade em San Diego, Califórnia, com Sherman Storr - um ex-aluno e ex-membro do corpo docente da California University. Aos 13 anos tornou-se aluno do virtuoso americano Earl Wild. Aos 20 anos, ele obteve seu bacharelado e mestrado na Juilliard School, onde continuou seus estudos com Earl Wild. Ele completou seu Doutorado em Artes Musicais pela Juilliard School como aluno de Abbey Simon. Um mentor e professor muito importante foi o pianista francês Paul Doguereau, que havia sido aluno de Egon Petri, e estudou a música de Fauré e Debussy com o aluno de Fauré Roger-Ducasse, e a música de Ravel com o próprio compositor.

 


 

O PIANO E SUAS PERSPECTIVAS LU

🎶 A entrevista do dia 06/05/2022 foi com Lu Araújo

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Lu Araújo é empresária e diretora artística, sendo uma das mais atuantes profissionais de cultura no Brasil. Dedica-se à pesquisa, ao mapeamento e à criação de projetos conceituais, tendo como marca registrada a fusão original de linguagens e estilos. Idealizou em 2004 o MIMO Festival, que ocupou cidades declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO como Olinda (onde nasceu), Ouro Preto, Paraty e Rio de Janeiro, além de Tiradentes, João Pessoa, Recife e São Paulo. Desde 2016, realiza edições em Amarante (Portugal) e, em 2017, representou o Brasil no Celtic Connections, em Glasgow (Escócia), ambas integrantes da Rede UNESCO de Cidades Criativas da Música. Como pesquisadora e curadora, desenvolveu premiados filmes, livros e CD’s como a “Série Pixinguinha” e “Mundo de Pixinguinha’, com Hamilton de Holanda e grandes nomes do jazz internacional, vencedor do Prêmio da Música Brasileira; o documentário “Nós Somos um Poema”, sobre a parceria de Vinicius de Moraes e Pixinguinha; e o livro “Pixinguinha, o Gênio e o Tempo” e a “Exposição Pixinguinha”, no Centro Cultural Banco do Brasil, de Brasília, em 2012.

Participa como conferencista de eventos e encontros, de expressiva visibilidade, ligados à música e à cultura, tanto no Brasil quanto no exterior. Em 2018, participou do encontro Anual da ISPA - International Society for the Performing Arts (Estados Unidos). Participou da curadoria/ co-criação do Edital Natura Musical (2020) e atuou como Mentora do Programa ASA – Arte Sônica Amplificada para o Oi Futuro, o British Council e instituições britânicas como Lighthouse e Shesaid.so (2020). É CEO de quatro agências de artes: Lu Araújo Produções Artísticas, Lume Arte Cultural, Crioula Records e da Memories & Heritage Artes, em Portugal.

 


 

O PIANO E SUAS PERSPECTIVAS GLACY

🎶 A entrevista do dia 08/04/2021 foi com Glacy Antunes de Oliveira

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Glacy Antunes de Oliveira é Pianista e Educadora, Livre Docente/Doutora em Música, Professora Titular e Emérita da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás. Foi Diretora, por dois mandatos, da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG - 1999 a 2008. Foi também Secretária Municipal de Cultura de Goiânia.

Como pianista, é detentora de inúmeros prêmios, entre os quais o 1º lugar para Solista da Orquestra Filarmônica do Estado de São Paulo e 1º lugar no Concurso Nacional de Piano de Minas Gerais. Com pleno reconhecimento da crítica especializada, tem se apresentado como Solista e Camerista no Brasil e no exterior, principalmente em Duo com o flautista Norton Morozowicz. Líder do Grupo de Pesquisa do CNPQ, desenvolve estudos sobre Arte, Cultura, Universidade e Sociedade e Pedagogia da Performance instrumental. Responsável pela implantação do Mestrado em Música da UFG, é Consultora ad-hoc da CAPES/MEC; Integra os conselhos consultivos da Gina Bachauer-International Piano Competition (EUA ) e da Sydney International Piano Competition (Austrália). Fundadora do MVSIKA, Centro de Estudos. É hoje Presidente da AMCB - Associação Música & Cena Brasil, através da qual estrutura e realiza projetos de difusão cultural em todo o país.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 25/03/2021 foi com Maestro Arlington Pardo Plaza

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Maestro Arlington Plaza é Doutor pela Universidade da Extremadura - Espanha. Bacharel em Educação Musical pela Universidad del Atlántico, Especialista em Pedagogia do Folclore pela Universidade Santo Tomas – Venezuela. Diretor de coros e formação de orquestras sinfônicas nos países da Colômbia e Venezuela, atualmente é diretor da Banda Folclórica Distrital da cidade de Barranquilla (Colômbia).

Músico pesquisador, performer e compositor de múltiplos instrumentos. Direciona sua  atividade profissional para pesquisa e produção sobre música tradicional do Caribe colombiano com uma abordagem pedagógica. Trabalha para sistematizar técnicas de execução de instrumentos tradicionais, explicar processos regionais de produção e reprodução de conhecimento musical e promover canais de transmissão da memória cultural rural da costa caribenha colombiana. Foi flautista da Orquestra Sinfônica de Barranquilla, Diretor da Banda Sinfônica e da Orquestra Infantil da Faculdade de Belas Artes de Barranquilla, Diretor do Cañandongajazz entre outros, jurado dos prêmios nacionais de cultura na área de música, e festivais nacionais incluindo o Festival Nacional da Junta. Assessor e facilitador de oficinas para os programas de música tradicional e o programa de Bandas Nacionais do Ministério da Cultura, professor da Faculdade de Belas Artes da Universidad del Atlántico nas áreas de pesquisa musical, Flauta Travessia, Trompete e Conjuntos Musicais, Diretor e arranjador da Banda Folclórica Distrital de Barranquilla e fundador e diretor da Banda Folclórica Caribenha que reúne aproximadamente mil músicos.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 11/03/2021 foi com Tony Lucchesi

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Tony Lucchesi é compositor, pianista, arranjador, diretor musical e diretor de canção dublada, atuando em espetáculos musicais e animações há 10 anos. Como diretor musical esteve envolvido nas principais produções dos últimos anos tais como:   “A Cor Púrpura” “Quebrando Regras - Um Tributo a Tina Turner“ , “Nelson Gonçalves - O Amor e o Tempo”, “Bibi – Uma Vida em Musical” , “VAMP” (também compositor das canções originais), “60! Doc. Musical – Uma Década de Arromba”, “Rock In Rio Now” (Lisboa).

Compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Conserto Para Dois”, com Cláudia Raia e Jarbas Homem de Mello (Brasil e Portugal), Arranjador Vocal das edições do Programa "The Voice Brasil" (Tv Globo); Diretor de canção dublada dos filmes "Hotel Transylvânia 1 e 2" (Sony - Estúdio Alcateia), além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, "Odd Squad", "Kuu Kuu Harajuku" (Gloob/Beck Studios), entre outras. Nos últimos anos recebeu vários prêmios pelo seu trabalho como diretor musical, dentre os quais se destacam:

  • Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio Reverência por "Bibi - Uma Vida Em Musical" (2019).
  • Prêmio Cesgranrio de Teatro por "A Cor Púrpura - O Musical".(2020)

 


 

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🎶 A entrevista do dia 25/02/2022 é com o Dr. Ryan Ross

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Dr. Ryan Ross é Professor Associado de História da Música e Cursos de Apreciação na Mississippi State University. Antes de sua nomeação na MSU, ele atuou por três anos como instrutor adjunto de música na Millikin University em Decatur, Illinois. Ele é bacharel em  Performance de Piano pela Universidade de Wisconsin em Oshkosh, bem como Mestre e Doutor em musicologia pela Universidade de Wisconsin em Madison e pela Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, respectivamente. 

Ele se apresentou em uma variedade de conferências, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior. Além de suas resenhas de livros em vários meios de comunicação, ele tem artigos de pesquisa publicados no Journal of the Royal Musical Association, Fontes Artis Musicae, Acta Musicologica, Ralph Vaughan Williams Society Journal, The Musical Times, Carl Nielsen Studies, e o American Music Research Center Journal, bem como ensaios que devem aparecer nos próximos volumes: Vaughan Williams in Context e The Symphony in Britain and Ireland Since 1900 (ambos da Cambridge University Press). Seu livro de referência, Ralph Vaughan Williams: A Research and Information Guide, foi publicado pela Routledge em 2016. O Dr. Ross é o gerente de operações da Starkville-MSU Symphony Association, e também atuou como editor do North American British Music Studies Association (NABMSA).

 


 

O Piano e Suas perspectivas Maria Theresa

🎶 A entrevista do dia 18/02/2022

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Maria Teresa Madeira  é uma pianista com  carreira multifacetada.  Bacharel em piano pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Música pela Universidade de Iowa (EUA) e Doutora pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Como solista já esteve à frente de orquestras no Brasil e exterior. Já participou de 15 das Bienais de Música Brasileira Contemporânea, realizando várias estreias mundiais e locais de obras, algumas delas a ela dedicadas, de compositores como Ronaldo Miranda, Tim Rescala, Glícia Campos, Harry Crowl, Gilberto Gagliardi, Claudia Caldeira, João Guilherme Ripper, Gilson Peranzzetta, Leandro Braga e André Vidal. Na área acadêmica, tem compartilhado suas experiências em cursos, workshops e Festivais de Música por todo o Brasil. Já realizou recitais e concertos nos EUA, Colômbia, França, Argentina, Finlândia, Tunísia, Espanha e Alemanha, sempre priorizando a divulgação da música brasileira. Gravou todos os pianos para a Série da TV Globo “Chiquinha Gonzaga”. Atualmente é professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Sua discografia conta com mais de 30 CDs, como solista e camerista, majoritariamente de composições brasileiras. Sua trajetória sempre esteve ligada à música brasileira. Ernesto Nazareth está presente em sua vida musical, seja nos diversos concertos em que apresenta suas obras, seja nos CDs que gravou inteiramente dedicados a ele, tais como Sempre Nazareth (Kuarup, 1997) e Ernesto Nazareth Vol.1 e Vol.2 (Sonhos e Sons, 2003), este último indicado ao Grammy Latino. Em 2016 lançou seu mais importante e desafiador projeto: A Obra Integral de Ernesto Nazareth, caixa com 12 CD´s, que pela primeira vez registra a totalidade de sua obra. No ano de 2020 a caixa foi relançada pelo selo Mills Records com mais uma música de Nazareth descoberta em 2017, totalizando agora 216 músicas nesta Integral (2a. edição) Em fevereiro de 2020, lançou sua primeira edição crítica de partituras, Chiquinha Gonzaga para Todos, em parceria com o pesquisador Wandrei Braga, contendo 145 obras para piano solo de autoria de Chiquinha Gonzaga, em quatro volumes organizados em ordem progressiva de dificuldade Recebeu também em outubro de 2020 junto com a saxofonista Maria Bragança o prêmio de "Melhor Instrumentista pela Rádio Inconfidência” de Minas Gerais com o CD Duas Marias.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 11/02/2022 foi com Julián Cardena

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JULIÁN CARDENA é Mestre em Musicologia e Educação Musical pela Universidade Autônoma de Barcelona. Completou a Pós-graduação em Aperfeiçoamento e Interpretação em Guitarra Clássica no Liceu de Barcelona, Licenciatura em música na Faculdade de Letras da Universidade de Antioquia (Colômbia), onde também fez Especialização em Artes. É professor titular, diretor do "Viveiro de cordas dedilhadas"  e coordenador da área de violão da Universidad del Atlántico (Colômbia). Faz parte da dupla de Voz e Violão Alexa e  Julián e do Ensemble" A Cuatro Vozes"; atua permanentemente em Festivais de Violão e/ou Música de Câmara na América e Europa.

Atualmente é Presidente da Medellin Guitar Association (AGDM), entidade organizadora do Festival Internacional de Guitarra de Medellín e várias atividades relacionadas ao violão, sua prática e difusão no país.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 04/02/2022 foi com Alejandro Lavanderos

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Alejandro Lavanderos é Flautista, pesquisador, professor e gestor cultural. Aluno de Pierre-Yves Artaud e ex-bolsista do governo francês, é detentor do Primeiro Prêmio em Flauta Transversal, do Diploma de Pós-Graduação em Pedagogia Instrumental e do Diploma de Pós-Graduação em Aperfeiçoamento Instrumental no Conservatório Regional Nacional de Boulogne-Billancourt e na Ecole Normal de Musique “Alfred Cortot” de Paris, respectivamente. Foi professor nas universidades mais importantes do país e fundador do XXI Ensemble da Universidade Católica do Chile, do Antara Music Project, da Orquestra Chilena de Flautas, do Núcleo de Experimentação Sonora de Chiloé e do VOQI Current Music Ensemble. Atualmente é professor da cadeira de flauta do Instituto de Música e diretor do ANTARA, Programa de estudo, pesquisa, criação e divulgação da música latino-americana atual do Instituto de Música da Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso e membro do comitê acadêmico e Professor Visitante no Mestrado em Criação Musical, Novas Tecnologias e Artes Tradicionais da Universidade Nacional de Tres de Febrero, Argentina. É diretor artístico do Festival Musical de Chiloé e conselheiro acadêmico da Associação Cultural Codarte Chiloé. Foi diretor e organizador do festival “Presenças da Música Atual na América Latina”, dos encontros “Forum de la Flauta” e do festival “Flutas de América”. Preside o Conselho de Música Chileno - CIM, a Rede de Pesquisa e Criação Musical da América RICMA e foi secretário executivo do Conselho de Música das Três Américas COMTA. Como intérprete, atua em diversos festivais, encontros e concertos no Chile e no exterior (França, Itália, Alemanha, Brasil, Argentina, Peru, México, Equador, Bolívia e Paraguai). Mais de 80 obras de compositores chilenos e estrangeiros foram dedicadas a ele, renovando o repertório e uso do instrumento em seu país, sendo o pioneiro na incorporação de instrumentos tradicionais sistematizados na criação musical contemporânea.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 28/01/2022 foi com Bruno Belthoise

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Bruno Belthoise é pianista, concertista e improvisador. Foi distinguido pela Fundação Laurent-Vibert e recebeu o Prémio da Fondation de France em 1988. Obteve o “Diplôme Supérieur d’Exécution“ em Piano na École Normale de Musique de Paris em 1989 e foi “Révélation Classique ADAMI” em 1997. Aperfeiçoou a sua formação em França junto de mestres como Françoise Buffet-Arsenijevic, Bruno Rigutto, François-René Duchâble e Madeleine Giraudeau-Basset. Solista e membro do Trio Pangea, estreou várias obras de compositores como Emmanuel Hieaux, Alexandre Delgado, Bernard de Vienne, Fernando Lapa ou Sérgio Azevedo. Convidado regularmente por festivais em França e no estrangeiro, Bruno Belthoise interpreta repertório que vai de J. S. Bach até aos compositores contemporâneos. A sua discografia inclui cerca de trinta CD´s que acompanham a sua carreira de intérprete criativo. Produziu para o público jovem diversos concertos narrados e gravou vários álbuns para o selo Frémeaux & Associés. Descobridor de partituras, tem dado a conhecer a música de compositores portugueses através de recitais e conferências em todo o mundo.  Em 2022, Bruno Belthoise vai estrear o Concerto para piano op.78 de Anne Victorino d’Almeida com quatro orquestras diferentes, celebrando a Temporada Cruzada França-Portugal 2022.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 29/10/2021 foi com Jennifer Davis

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Jennifer Davis é atualmente, presidente eleita da Associação de Educadores de Música do Mississippi e é Diretora de canto coral no Colégio de 2o grau em Starkville - Mississippi. Anteriormente, ela dirigiu os coros em Meridian (MS) High/Kate Griffin JHS e Crowley (TX) High/HF Stevens Middle. Dra. Davis desenvolveu vários laboratórios de piano e teoria musical por colégios onde ensinou.  Ela organizou coros de honra do ensino fundamental, e preparou alunos para audição para canto coral representando o estado. É a coordenadora e júri do concurso de solistas e música de câmera em Mississippi e da American Choral Directors Association (ACDA). Seus coros frequentemente ganharam concursos e avaliações superiores em festivais que se apresentaram, bem como no Carnegie Hall, Festival Disney, festivais Six Flags, e vários outros locais. Ela é membro da Associação Nacional para Educadores de Música e ACDA e tem servido nos conselhos de Estado para ambas as organizações. 

Seu mestrado e bacharelado é em música, voz e piano, ambos pela William Carey University em Hattiesburg, Mississippi. Seus mentores incluem: Milfred Valentine, Mark Malone, Constance Roberts, Teresa Sanchez, Frederica Braidfoot, Howard Keever, Martin Cuellar, e David Young.

A Profa. Davis iniciou seus estudos de piano aos 5 anos de idade tendo participado em competições de piano e acompanhamento. Estudou também trompa e foi pianista acompanhadora do coro enquanto estava no  primário e ginásio. Sua mãe, nativa de Kitakyushu, Japão, sempre enfatizou oportunidades na educação musical em escolas públicas e privadas. A família de seu pai, do estado do Mississippi, era de músicos ativos treinados em tradições da Escola de Canto da Harpa Sagrada. O marido de Jennifer, Danny, é um editor-chefe e professor de voz da Mississippi State University e músico de igreja. Seu filho Connor canta em MSU, e sua filha Anna canta na Starkville High-School.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 15/10/2021 foi com o Maestro Marlos Nobre

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Maestro Marlos Nobre estudou com Camargo Guarnieri, Koellreutter, Alberto Ginastera, Ilivier Messiaen, Luigi Dallapiccola, Bruno Maderna e Aaron Copland.

Em 2005 Marlos Nobre recebeu por unanimidade o importante Prêmio Tomás Luís de Victoria da SGAE - Sociedad de Derechos de Autor, em Madrid, Espanha,  concedido por unanimidade pela primeira vez em sua história. Na entrega do prêmio foi lançado na Espanha o livro Marlos Nobre: El sonido del realismo mágico, de Tomás Marco, editado pela Fundación Autor de Madrid.

O catálogo de obras de Marlos Nobre alcança mais de 245 obras, todas editadas por sua própria editora, a Marlos Nobre Edition.

Algumas de suas obras também são editadas pela Editions Max Echig e Boosey & Hawkes. Ocupou no Rio de Janeiro a direção musical da Rádio MEC (1971) e do Instituto Nacional de Música da Fundação Nacional de Arte do Brasil (1976). Entre 1985 e 1987 foi Presidente do International Music Council of UNESCO, em Paris, passando também a dirigir Fundação Cultural de Brasília Distrito Federal em 1988 a 1990. Foi diretor musical da Rádio MEC.

Recebeu encomendas da Universidade de Indiana (Indiana, U.S.A.), da Universidade de Yale (U.S.A), da Texas Christian University (U.S.A.).

Foi o primeiro brasileiro a reger a Royal Phillarmonic Orchestra de Londres, em 1990. Entre outras orquestras regeu a Orchestre Philharmonique de l'ORTF em Paris; l´Orchestre de la Suisse Romande; l'Orchestre de l'Opéra de Nice, France; Orquesta Filarmónica del Teatro Colón em Buenos Aires, Orquesta Sinfónica no México, Orquesta Sinfónica de Cuba. Atualmente ocupa a cadeira nº 1 da Academia Brasileira de Música. Foi professor visitante da Universidade Yale, da Juilliard School, da University of Texas e da Indiana University. Suas obras no total de 160 composições são publicadas pelas editoras Max Eschig (Paris), Boosey & Hawkes (Inglaterra) e Marlos Nobre Edition Rio de Janeiro. Na atualidade é diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica do Recife. 

Em 2019 escreveu seu Concerto para cello e orquestra nº 1 estreado pelo célebre violoncelista Antonio Meneses e executado pelas Orquestras OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a Orquestra Gulbenkian de Portugal, a Orquestra de Minas Gerais, a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Filarmônica de Goiás.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 24/09/2021 foi com Aleida Schweitzer

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Aleida Schweitzer é conhecida pelas suas interpretações de Bach. Schweitzer se graduou no Conservatório de Música de Paraná. Depois aprofundou os seus conhecimentos na Europa. Estudou com Jaap Callenbach em Amsterdã e com Jan Ekier em Varsóvia. Nesta cidade conheceu o violinista Jerzy Milewski. Se casaram em 1971 e formaram o Duo Milewski

Ensinou no Uni-Rio e na UFES, e deu vários master classes em universidades nos Estados Unidos. Na Polônia gravou todos os concertos de Bach para instrumento de teclado com orquestra. Fundou os corais da UFPR e da UFSC.

No Brasil, ela faz apresentações, e acompanha o marido no Duo Milewski. Junto com ele idealizaram e foram os precursores nos chamados "Concertos Didáticos" para crianças. Também orienta pianistas de nível avançado.

Aleida Schweitzer recebeu os seguintes prêmios:

  • West Virginia Ambassador of Music Among All People
  • Ordem de Mérito da Cultura Polonesa

Na Competição Internacional de Violino Wieniawski na Polônia, o Prêmio Aleida Schweitzer é entregue ao melhor pianista colaborador.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 03/09/2021 foi com Regiane Yamaguchi e Gisele Pires Mota

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Fundadoras, Presidente e Vice-presidente da recém criada Associação Brasileira de Piano Colaborativo, a pianista, professora e pesquisadora Dra. Regiane Yamaguchi acumula prêmios e performances nacionais e internacionais. É doutora pelo renomado Cleveland Instituteof Music em Piano Colaborativo e mestre em Performance e Pedagogia do Piano pela Penn State University, ambas nos EUA. Na Europa, especializou-se em piano na Hochschule für Musik Karlsruhe (Alemanha) e é bacharel em piano pela Unicamp. Foi premiada por dois anos consecutivos tanto no “CIM Darius Milhaud Competition” quanto no “Penn State Graduate Exhibition” (EUA), e no Brasil acumula prêmios em concursos de piano e de música de câmara nacionais e internacionais, além de atuar intensamente como pianista camerista. Foi solista no prestigioso Carnegie Hall junto ao maestro Dr. Vladimir Silva e o Coro de Câmara de Campina Grande. Foi solista com a Orquestra Sinfônica de Campinas, CIM New Music Ensemble, Penn State Graduate Quartet e CIM Percussion Ensemble. Atuou com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte e com a Orquestra Sinfônica da UFRN. Foi professora por quatro anos do festival Summer Music on the Shannon (Irlanda) e participou de inúmeros importantes festivais. Atuou como artista convidada e professora de várias versões do Encontro Internacional de Pianistas de Piracicaba dentre outros. Seus trabalhos acadêmicos já foram publicados no Brasil, EUA e pela editora alemã Springer. Regiane já atuou como professora na Penn State University e na Case Western Reserve University (EUA), e na UFRN. Foi pianista colaboradora no Cleveland Institute of Music, trabalhou no Festival de Música de Londrina nas classes de Zwinglio Faustini e Niza Tank, e na classe de Adriana Kayama na Unicamp. Já foi aprovada como pianista de ballett do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, funcionária pianista da UFPB e da UFRN, e atualmente é pesquisadora de pós-doutorado em Portugal, na Universidade Nova de Lisboa, e professora de Piano e Co-repetição na Universidade Federal de Campina Grande. Junto ao trompetista Rudson Ricelli, forma o Duo Resound, que desenvolve trabalho de música brasileira tendo se apresentado recentemente na França, Alemanha, Portugal, e Brasil.

Professora de Piano, Música de Câmara e Colaboração Pianística da Universidade de Brasília, Gisele Pires Mota possui pós-doutorado em Música Contemporânea pela Universidade Nova de Lisboa-Portugal, doutorado em Piano Performance – Acompanhamento e Música de Câmara (Florida State University -EUA), mestrado em Performance Musical (Universidade Federal de Goiás) além de aperfeiçoamento com a pianista russa Anastasyia Evsina e masterclasses com Margot Garret, Warren Jones, Simone Dinnerstein, Moura Castro, Sergei Dukachev entre outros. Já tocou com instrumentistas e cantores dos EUA, Hungria, Áustria, Korea, França, Porto Rico, em óperas no Brasil e nos Estados Unidos, em coros e também em peças de teatro. Faz parte do Duo Calliandra e do Brasília Ensemble. Além da carreira de pianista colaboradora, apresentou recentemente recitais solo com repertório polonês e brasileiro em turnê pela Europa. Participou como convidada da gravação de diversos CDs e em 2014 lançou o CD “Luz e Névoa – Canções de Câmara de Alberto Nepomuceno” com o tenor André Vidal, sendo este o primeiro registro somente com canções em português do compositor. Apresentou-se em diversas cidades do Brasil, Estados Unidos e em turnê pela Europa. Vem atuando como professora e palestrante em festivais de música nacionais e internacionais como pianista e camerista. Como pesquisadora, é coordenadora do Laboratório de Pesquisas Pianísticas - LPP do Departamento de Música da UNB onde tem desenvolvido estudos e publicado artigos sobre a inter-relação entre poesia e música, repertório cancional brasileiro, formação e mercado de trabalho do pianista, música contemporânea para piano e resgate da obra pianística e camerística de compositoras brasileiras.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 06/08/2021 foi com Haruê Tanaka

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Prestes a fazer 50 anos, com 45 de carreira musical, Haruê Tanaka nasceu em São Paulo-SP, mas radicou-se em João Pessoa, desde 1 ano e 4 meses de idade. É musicista, música, pianista acompanhadora e professora/ educadora do Curso de Bacharelado em Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) onde se graduou em Piano e tornou-se especialista em Artes e mestra em Educação. Autora do livro “Diário de uma ritmista aprendiz” (2009); concluiu o doutorado em Educação Musical (2012) pela Universidade Federal da Bahia e Instituto Politécnico do Porto (IPP-Portugal) na Escola Superior de Música. Atua como instrumentista na Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste e Fulô Mimosa, tocando sanfona; como maracatuzeira participa da Nação de Maracatu Pé de Elefante e do movimento feminista de baque-virado – Baque Mulher (tocando alfaia).

Além da docência vem se dedicando à pesquisa, concentrando seus estudos, principalmente, no que se refere às áreas da Educação Musical, Etnomusicologia, Educação, Gênero e Música.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 09/07/2021 foi com Maestro Fabio Ernesto Martínez Navas

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Maestro Fabio Ernesto Martínez Navas (Bogotá 1951)

Professor emérito e titular da Universidad Pedagógica Nacional de Bogotá-Colômbia. Compositor e arranjador. Mestrado em TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) aplicadas à educação; Especialista em Educação a Distância. Especialista em Educação Virtual. Desenha, cria e elabora e-Books de música.

Autor dos seguintes livros didáticos de música:

  • Transporte armónico y melódico 1984
  • Cómo tocar guitarra con acordes disonantes 1992
  • Teoría simplificada de la música 2001
  • Czerny aplicado a la música colombiana 2009
  • Método de solfeo 2014
  • Música de cámara para conjunto de guitarras 2018
  • Música colombiana para piano. Repertorio para niños y jóvenes 2018
  • Estudios de música colombiana para piano 2020

 


 

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🎶 A entrevista do dia 02/07/2021 foi com Bartira

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Bartira tem alcançado resultados gratificantes no ensino do canto, porque abraça este ensino com peculiaridade diferenciada dos demais professores. Seu trabalho é apoiado numa análise constante, que busca rigorosamente a personalidade vocal de cada estudante, como base para a pureza e a saúde da técnica vocal. Foi assim que alcançou a aprovação de seis cantores goianos para comporem o Corpo de Ópera e o Coral Sinfônico do Municipal de São Paulo, numa inédita porcentagem de aprovação jamais ocorrida nesse concurso, palavras dos regentes do Municipal de São Paulo.

  • Professora Titular de Canto da Escola de Música da Universidade Federal de Goiás.
  • Curso de Cantoterapia na Faculdade de Música Carlos Gomes, em São Paulo, durante o ano de 2001.
  • Ganhou a Medalha Tiokô: Música, concedido pela União Brasileira de Escritores de Goiás, em novembro de 2001.
  • Foi homenageada com a Medalha “Nhanhá do Couto”, concedida pelo Conselho de Cultura do Estado de Goiás.
  • Possui Especialização em: Psicologia Transpessoal com abordagem corporal pelo Instituto Serra da Portaria; e  Especialização em Interpretação do Sonho e Mandala pela Associação Brasileira de Psicologia Transpessoal, ministrado pelo Dr.  Leo Mattos.
  • Participou do 1º Congresso Brasileiro do Desvendar da Voz, ministrado por Thomas Adam. 
  • Eleita "Melhor intérprete de Camargo Guarnieri", em Concurso de Canto realizado na Escola de Música da UFG.
  • Intérprete da personagem “Musetta” da Ópera La Bohème, de Puccini, realizada no Teatro Goiânia e Teatro Dulcina do Rio de Janeiro.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 25/06/2021 foi com Delia Fischer

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Delia Fischer, nome artístico de Delia Cristina Martins Fischer (Rio de Janeiro, 29 de agosto de 1964) é uma compositora, cantora, pianista, produtora e arranjadora brasileira. Delia atua como diretora musical de musicais brasileiros tendo ganhado prêmios relevantes como diretora musical e arranjadora. Nascida no Rio de janeiro RJ, é filha de pai alemão Wilfried Gerorg Heinrich Otto Fischer e mãe carioca da Tijuca, Lia Braga Martins. Tem um filho, Antonio Fischer Band também músico. Delia Fischer estudou piano com Salomé Gandelmann e posteriormente se aperfeiçoou com Guerra Peixe e Luiz Eça. Lançou-se profissionalmente com o grupo ‘Duo Fenix’, formado por Delia e Claudio Dauelsberg e que lançou dois álbuns com repercussão no Brasil e exterior.

Delia participou de importantes festivais de jazz como ‘Montreaux Jazz Festival’ – na edição de 1988 com Barrosinho e 1989 com Duo Fenix – e ‘Sofia Jazz Festival’, na Bulgária. O Duo se apresentou ainda no ‘New Morning’ em Paris. Em 1999, Delia lançou seu primeiro álbum solo ‘Antonio’ sob o importante selo alemão ‘Carmo/ECM Records’ de Egberto Gismonti. Nesse período atuou e gravou com Toninho Horta, Ed Motta, Nivaldo Ornelas, Nico Assumpção, Erasmo Carlos, Bob Baldwin (EUA) e Thiago de Mello (EUA).

Em março de 2018 Delia recebeu em Nova York o “The Independent Music Awards” pelo seu single ‘Mercado” produzido por ela em conjunto com Antonio Fischer-Band e Matias Correa .Nesse mesmo ano assina a direção musical e arranjos do show ”Simone encontra Ivan Lins”. Em 2019 Delia recebeu 5 estrelas pelo album “Tempo Mínimo" na revista Downbeat e fez sua primeira turnê solo internacional com shows e Portugal , Italia, Alemanha, EUA. No  mesmo ano o álbum foi indicado a Melhor Álbum de MPB no Latin Grammy. Lançou em 2021 seu mais novo album "Hoje", dedicado a reinterpretar hits de Ivan Lins, Taiguara, Beto Guedes, Flavio Venturini, Bjork e Beatles. Neste álbum ela também contou com a participação especial de Ney Matogrosso para sua única composição inédita.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 11/06/2021 é com Alfredo Bello

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Alfredo Bello, é um dos mais destacados pesquisadores da tradição cultural brasileira. Em 2004 criou o selomundomelhor.org especializado em gravações de culturas tradicionais, tendo lançado 35 títulos ligados a cultura brasileira. Estudou Ciênciais Sociais por 2 anos, depois graduou-se em Música pela Universidade de Brasília em 1998, agora faz Mestrado em “Identidades e culturas brasileiras” do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo.

Com o trabalho de "DJ Tudo e sua gente de de todo lugar" junta pesquisas da cultura brasileira, produção musical e experiência como instrumentista. Desde 2008 lançou 7 discos, tendo o disco “Gaia Musica vol 1” ganhado como melhor álbum eletrônico, no 270 Prêmio da Música Brasileira, em 2016. Com palestras, discotecagens, oficinas, produções e shows, DJ Tudo percorre boa parte  do Brasil e outros 30 países divulgando a cultura brasileira.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 28/05/2021 foi com Fernando Cupertino

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Natural de Goiânia/GO, Fernando Cupertino viveu toda a sua infância e parte de sua adolescência na Cidade de Goiás, antiga Capital do Estado. Ali recebeu influências do meio cultural extremamente rico, a partir do seio de sua própria família. Com a professora Darcília Amorim (1903-1995), aprendeu teoria musical e técnica vocal e viu seu talento criativo ser gradativamente direcionado para a música litúrgica. Durante o curso de Medicina, em Goiânia, no final da década de 70, frequentou o Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás como aluno não-regular, onde aprofundou seus conhecimentos de Harmonia.

De volta à Cidade de Goiás, já como médico, dedicou-se ao trabalho musical na Catedral de Sant’Ana, na Igreja de S. Francisco e na Igreja de N. Sra. do Rosário, compondo e executando peças sacras e profanas. A partir de 2002, incentivado pelas pianistas Belkiss S. Carneiro de Mendonça e Consuelo Quireze, dedicou-se de modo mais intenso à escrita para piano, sem deixar, contudo, o gosto pela música litúrgica. Em 2004, lançou três CDs com obras de sua autoria (“Música Sacra”, “Obra Diversa” e “Consuelo Quireze interpreta Fernando Cupertino”), através de projeto aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura do Estado de Goiás. Recebeu a Comenda do Mérito Cultural, na categoria Composição Musical, do mesmo Conselho, também em 2004.

Estudou Composição com o professor Osvaldo Lacerda (1927-2011) de 2005 a 2011 e concluiu seu Mestrado em Música na Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (2007). Participou, como jurado, de dois concursos promovidos pelo Centro de Música Brasileira, em S. Paulo (2019 e 2016). Com a pianista Consuelo Quireze, forma o Duo Terra Brasilis, que tem procurado divulgar a música brasileira de concerto no Brasil e no exterior, já tendo se apresentado na Embaixada do Brasil na França (2005); na Embaixada do Canadá no Brasil (2006); no Centro de Música Brasileira em São Paulo (2006, 2007 e 2016); na Maison Trestler, no Québec, e na Maison des jeunesses musicales du Canada (2007); em Portugal (2008, 2018 e 2019), dentre outros.

Em 2013, teve a estreia de sua Missa Brevis in honorem Beatissimae Virginis Mariae, pelo Coro Polifónico da Lapa, na cidade do Porto (Portugal); em 2015, por solicitação do Coro Arquidiocesano de Campinas (São Paulo), escreveu a Missa de Santa Cecília, cuja estréia se deu no Mosteiro de S. Bento de Vinhedo (São Paulo). É autor de várias obras para piano, música de câmara, orquestra de cordas, orquestra sinfônica, coro e canções para voz e piano, além de um grande número de peças destinadas ao uso litúrgico.

  • Foi membro titular do Conselho de Cultura do Estado de Goiás, de 2012 a 2017.
  • Atualmente, é vice-presidente do Centro de Música Brasileira, em São Paulo.
  • Concluiu, também, os cursos de mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia e de doutorado em Ciências da Saúde, pela Universidade de Brasília.
  • É membro do Conselho do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa desde 2018, onde também colabora como professor convidado na área de Saúde Global.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 21/05/2021 foi com Sergio Medina

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Sergio Medina completou seus estudos musicais na Escola de Música da Universidade de Guadalajara com Fernando Corona e Enrique Flórez onde obteve os títulos de "Instrutor de Música" em 1976 e de "Professor no Ensino de Violão" em 1980, recebendo o título distinção de melhor aluno do ano. Mais tarde, ele obteve o Bacharelado em Música por nivelamento.

Em 1981 recebeu uma bolsa do governo francês para realizar estudos avançados na L'Ècole Normale de Musique de Paris, onde obteve o “Diplôme d'Execution de la Guitare” sob a direção do maestro Alberto Ponce, com quem estudou por seis anos. Durante a sua estadia naquele país realizou também estudos de especialização em música renascentista e barroca no Conservatoire Nationale de Musique du Raincy, com o maestro Javier Hinojosa e em 1987 obteve o “Diplôme Superieur de Musique Ancienne”. A Universidade de Guadalajara concede-lhe o nível de Mestre para a validação de seus estudos no referido país.

Participou de cursos avançados ministrados por importantes professores como Manuel Barrueco, Leo Brouwer, David Russell e Hopkinson Smith. Tem desenvolvido um importante trabalho na música contemporânea trabalhando em estreita colaboração com vários compositores, destacando de forma especial o seu encontro em 1983 com o grande compositor espanhol Mauricio Ohana, com quem trabalha no seu concerto “Tres Gráficas”. Simultaneamente à sua carreira solo, realiza regularmente concertos com vários grupos de música de câmara.  Grande parte do repertório apresentado com esses grupos é composto por obras de diferentes épocas e compositores em versões originais de sua autoria.

Fez várias digressões, ministrando cursos e concertos em vários países como França, Alemanha, Espanha, Itália, Dinamarca, Estados Unidos e República Mexicana. Dentre os CD´s gravados, estão: “Guitarra Latino-americana”, “Guitarra Poética”, “Recital” e “Con Alma Latina”, esta última com música latino-americana para dois violões.

Simultaneamente à carreira de solista, trabalha desde 1988 como mestre em violão e pesquisador do Departamento de Música da Universidade de Guadalajara. Esta instituição publicou o livro: "Manual de Leitura e Transcrição de Tabs dos Séculos XVI ao XVIII" e "Inovações Musicais, Quatro Estratégias de Aprendizagem", do qual participou como co-autor. Como professor, faz parte do corpo acadêmico “Inovações Pedagógicas em Música”, grupo com o qual tem desenvolvido importantes projetos de pesquisa e divulgação. Participa regularmente em congressos, ministrando conferências e cursos relacionados com a interpretação da música barroca ou com a divulgação de várias pesquisas relacionadas com a pedagogia, a interpretação e a formação integral do concertista. Ele publica regularmente artigos sobre esses temas em livros e revistas especializadas. Desde 2010 ele é  Chefe do Departamento de Música da Universidade de Guadalajara.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 15/05/2021 foi com Chris Boardman

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Chris Boardman começou sua carreira na indústria de cinema, televisão e estúdio de gravação em 1974. Recebeu uma indicação ao Oscar por "The Color Purple", 6 prêmios Emmy, 13 indicações ao Emmy, prêmios de cinema ASCAP e BMI e vários discos de platina por seu trabalho com artistas icônicos como Quincy Jones, David Foster, Steven Spielberg, Julie Andrews , Shirley MacLaine, Barbra Streisand, Marvin Hamlisch e Josh Groban.

Boardman é um dos músicos mais versáteis e altamente respeitados da indústria musical. Também foi indicado duas vezes para o prêmio de “Mentor do Ano” pela The Graduate School da University of Miami. Boardman lançou uma empresa de educação online para continuar impactando as vidas daqueles que desejam seguir carreira na indústria musical. Bem conhecido nos círculos de Hollywood como um dos poucos músicos que podem escrever qualquer coisa, os créditos de Boardman abrangem tanto a indústria quanto o gênero. Seja regendo "Dia Mundial da Criança" de David Foster para a televisão, compondo a trilha sonora inspirada dos anos 70 para "Payback" de Mel Gibson, arranjando música de dança de época para "Swing Kids" e "Meet Joe Black", orquestrando "Chaplin" de Anthony Newley para a Broadway ou locando e produzindo gravações solo como artista, Boardman abraça esses desafios com integridade e paixão.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 07/05/2021 foi com Marisa Rezende

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Uma das mais importantes compositoras brasileiras, Marisa Rezende nasceu no Rio de Janeiro em 1944, tendo sido professora titular de composição da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro até 2002, onde fundou o Grupo Música Nova, especializado no repertório brasileiro contemporâneo. Concluiu o Mestrado em Piano e o Doutorado em Composição pela Universidade da Califórnia. Recebeu em 2016 a Medalha Villa-Lobos, da Academia Brasileira  de Música, pelo conjunto de sua obra, e em 2018 foi compositora homenageada do V Festival de Música Contemporânea Brasileira de Campinas. Foi também uma das fundadoras da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 23/04/2021 foi com Elyanna Caldas

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Natural do Recife, iniciou seus estudos musicais aos cinco anos de idade, sob a orientação de Hilda e Nysia Nobre, realizando aos dez anos o seu primeiro recital de piano. Aos dezessete anos, como aluna de Waldemar de Almeida, representou o Brasil no V Concurso Internacional Frederico Chopin realizado em Varsóvia, Polônia. Detentora do 1º prêmio no Concurso Magda Tagliaferro (Rio de Janeiro/1957), partiu para Paris com bolsa de estudos de um ano. Em seguida fez curso de especialização chopiniana na Polônia com a professora Marguerita Trombini-Kazuro. Em Viena foi aluna de Bruno Seidlhofer e freqüentou os Festivais de Salzburg em 1957, 1958 e 1967. Professora fundadora do Curso de Música da Universidade Federal de Pernambuco, dedicou- se ao ensino de piano entre 1960 e 1986. Também professora do Conservatório Pernambucano de Música, onde ocupou o cargo de Presidente de 1987 a 1991 e de 1995 a 1999. Na tentativa de ampliar as perspectivas profissionais do artista nordestino, fundou em 1983 o Movimento Arte e Cultura do Nordeste que visava a uma maior integração entre os diversos campos de atividade. Entre 1983 e 1986, tal movimento realizou intensa temporada congregando artistas de várias áreas, incentivando, sobretudo, a descoberta de jovens valores. Idealizou e coordenou no Recife os Festivais Schumann/Chopin (2010), Liszt/Mendelsohn (2011) e Debussy/Albeniz (2012), sob o patrocínio do Governo do Estado. Atualmente coordena a programação “Música na Academia”, mantido desde 2014 pela Academia Pernambucana de Letras. Como concertista exerce intensa atividade. É licenciada em Música pela École Normale de Musique de Paris e em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco. Voltou à Europa em 1967-1968 para novos cursos de aperfeiçoamento e pedagogia pianística. Como bolsista do governo francês realizou, na qualidade de Presidente do Conservatório Pernambucano de Música, estágio de observação nos Conservatórios Erik Satie e Gabriel Fauré de Paris entre abril e junho/1997. Gravou cinco CDs: “Simplesmente Capiba”, com obras para piano do compositor, Capiba, Valsas Choros; “O Charme da Valsa e do Maxixe”, com obras do paulista Aurélio Gregori; “Tritonis” e “O Piano em Pernambuco”, com músicas de autores pernambucanos dos fins do séc.XIX e inícios do séc. XX . Em 2002 lançou o livro “Caminhos de uma Pianista” onde relata o seu trajeto musical.

 


 

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A Mississippi State University é a nova parceira do projeto de extensão da EMAC e Reitoria Digital da UFG a partir de abril.

O Projeto de extensão da EMAC-UFG O Piano e suas Perspectivas, realizado pela EMAC e Reitoria Digital da UFG é coordenado pela pianista da EMAC-UFG, Andréa Luísa Teixeira, além da equipe: Pablo Lisboa, Maria Caroline Porto, Sérgio de Paiva e Wesley de Menezes. Tem o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal, Centro de Estudos em Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa, Centro de Estudos Brasileiros , Rádio Universitária e O projeto iniciou-se em junho de 2020, e conta agora com o apoio da Rádio Brasil Central Rádio Brasil Central e a realização também será feita pela Mississippi State University através da pianista e artista Steinway, Rosângela Yazbec Sebba, coordenadora da área de piano do Departamento de Música e a Escola Comunitária de Música da MSU.  

A primeira entrevista da Dra. Sebba será com os pianistas David Dubal e Stanley Waldoff

David Dubal tem dado recitais de piano e masterclasses em todo o mundo, e foi jurado de competições internacionais de piano (incluindo o Van Cliburn International Piano Competition). Ele gravou vários CDs em conjunto com o pianista Stanley Waldoff para a gravadora Musical Heritage Society, e três discos foram remasterizados e lançados em CD pela gravadora Arkiv. Em 2013, Dubal participou do filme Holandês Nostalgia: a Música de Wim Statius Müller, comentando sobre as músicas do compositor, o qual foi seu professor em Ohio. Dubal lecionou na Juilliard School de 1983 a 2018, e na Manhattan School of Music de 1994 a 2015. 

Dubal escreveu vários livros, incluindo a Arte do Piano, Noites com Horowitz, Conversas com Menuhin, Reflexões do Teclado, Conversas com João Carlos Martins, Lembrando Horowitz e O Essencial Cânone da Música Clássica (um guia enciclopédico dos compositores proeminentes). Ele também escreveu e apresentou o documentário A Era Dourada do Piano, premiado com um Emmy e produzido por Peter Rosen. 

Dubal dá palestras semanais, Noites com Piano, na Good Shepherd-Faith Presbyterian Church, em Nova Iorque. Ele deu inúmeras palestras no Metropolitan Museum of Art sobre os grandes pianistas, mudanças sociais, história da música e tradição do piano. Suas palestras estão disponíveis em seu site: https://www.pianoevenings.com/david-dubal. Dubal é o anfitrião das palestras Sobre o Piano, um programa de performances comparativas de piano na WWFM e o anfitrião de Reflexões do Teclado, uma exploração semanal de gravações de piano, produzido na WQXR-FM. No final da década de 1990, ele apresentou uma série de programas de rádio intitulado The American Century, com foco em obras musicais de compositores Americanos do século XX, agora disponíveis no YouTube.

Entre 1971-1994, Dubal serviu como diretor musical da rádio Nova Iorquina WNCN-FM lançando o programa Por Amor à Música. Entre 1975 e 1976, ele apresentou um programa semanal de performances comparativas intitulado Uma Oferta Musical, com foco na música de Bach, Beethoven, Brahms, Chopin e Liszt, os quais estão disponíveis no YouTube. Em 1980, sua série de entrevistas com Vladimir Horowitz, Conversas com Horowitz, recebeu o prêmio Peabody Award. No início da década de 1980, Dubal entrevistou Claudio Arrau para uma série intitulada Conversas com Arrau, uma série de entrevistas sobre a vida e carreira do pianista. Em 1985, ele entrevistou Yehudi Menuhin nos estúdios WNCN-FM, cujo arquivo foi usado no livro Conversas com Menuhin. Dubal foi diretor artístico da rádio WNCN-FM apresentando o programa Por Amor à Música, entrevistas com pianistas famosos como Murray Perahia, Mitsuko Uchida, e Alexis Weissenberg, e compositors como John Corigliano, Phillip Ramey, William Mayer, e Laurent Petitgirard, e outros incluindo Quentin Crisp, Shlomo Mintz, e Wanda Wiłkomirska. Várias entrevistas foram arquivadas no YouTube.

Dubal foi homenageado pelo compositor Virgil Thomson com um retrato musical intitulado David Dubal: In Flight, gravada pela pianista Jacquelyn Helin cuja versão orquestrada por Thomson foi também gravada. Em 1986, Dubal foi reconhecido por seu trabalho na WNCN-FM com um prêmio ASCAP Deems Taylor Award, e em 2006, ele foi premiado com o diploma honorário de Doutor em Música da Universidade Estadual de Nova Iorque.

Stanley Waldoff começou seus estudos de piano aos seis anos de idade. Dois anos depois, fez sua estréia profissional tocando um concerto com uma orquestra. Aos treze anos, ele ganhou o cobiçado prêmio Stillman-Kelley, que o ajudou a lançar sua carreira pianística com vários concertos. Isto foi seguido imediatamente por três aparições com a Sinfônica de Nova Orleans, que foram transmitidas na Rádio Nacional. Quatro anos depois, após estudos com Istvan Nadas, Dr. Waldoff entrou na Juilliard School com uma bolsa integral, mais tarde sendo aluno do pianista Martin Canin. Após receber seu bacharelado e mestrado pela Juilliard, Waldoff estudou seu doutorado na Columbia University, graduando em 1970. Posteriormente, foi pianista-residente e Diretor Associado da Escola de Rhode Island em Providence. Os três CDs gravados com David Dubal foram originalmente gravados para a Musical Heritage Society e mais tarde remasterizados e lançados pela gravadora Archiv. Ele se aposentou como Professor Emérito da University of Southern Mississippi, onde lecionou por trinta e quatro anos. Stanley Waldoff é um artista Steinway.

Dra. Sebba é professora pela Mississippi State University – Department of Music. Ela também tem grande reconhecimento nos Estados Unidos e seus alunos receberam inúmeras premiações. Procurada para workshops e jurada de concursos, ela apresenta regularmente masterclasses, recitais e recitais-palestras sobre repertório e pedagogia do piano nos Estados Unidos, America do Sul, Asia e Europa. Ela está em processo de organização do primeiro Programa de Música de Câmera na Europa para seu departamento, previsto para começar no verão de 2022.

Seu álbum Eight Sonatinas and the Sonata for Piano Solo by M. Camargo Guarnieri foi lançado em 2010 como a primeira e única gravação de todas as obras em CD por uma pianista. O álbum foi destaque nos programas de rádio do David Dubal - The Piano Matters na WWFM, Reflexão do Teclado na WQXR-FM, e foi convidada para participar da palestra no Instituto Cervantes do mesmo. Devido à sua dedicação em divulgar a música contemporânea, em 2017 Dr. Sebba lançou um CD de música de câmara pela Centaur Label com seu trio Millennia Musicae. Atualmente é uma das revisoras da Music Teachers National Association onde publicou críticas musicais sobre livros, CDs e métodos didáticos. Seus arranjos da música brasileira para diferentes instrumentos estão sendo publicados por várias editoras americanas.

Ela se apresentou em conferências nacionais e internacionais como a College Music Society, International Villa-Lobos Conference, London International Piano Symposium, LIII Música em Compostela, International Double Reed Society e National Association of College Wind and Percussion Instructors.

Dr. Sebba é membro ativa de organizações locais e estaduais de professores de música, atualmente servindo como Secretária do Fórum de Música do Triângulo Dourado, Presidente de Avaliações Distrital e Vice-Presidente de Avaliações para a Associação de Professores de Música do Mississippi. É membro de diversas associações nacionais e internacionais como, Associação Nacional de Professores de Música, Sociedade Universitária de Música, CARAVELAS - Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira, Federação Nacional de Clubes de Música, Associação Mundial de Professores de Piano e Associação Nacional de Instrutores de Sopro e Percussão. Ela está atualmente na lista de Artistas da Comissão de Artes do Mississipi e em 2013 recebeu o título de artista Steinway

 A estreia da parceria será no domingo, dia 18 de abril, às 15h do Mississippi, 16h de Nova Iorque, 17h do Brasil e 20h de Portugal. Depois disso o programa continua com seu horário habitual, todas as sextas, às 17h.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 09/04/2021 foi com Paula Galama

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Paula Galama é Doutora em Música com ênfase em performance pela University of Kentucky, EUA. Em sua carreira solo e de câmera, tem se apresentado em vários estados do Brasil, Estados Unidos, China e República Tcheca, e participado como solista de várias orquestras incluindo a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Orquestra da Faculdade de Música do Espírito Santo, Banda Sinfônica da Faculdade de Música do Espírito Santo e University of Kentucky Wind Ensemble. Tem dividido o palco com músicos consagrados como Charles Schlueter, Benjamim Karp, Daniel Mason, Giuliano Sommerhalder, Lorena Espina, Radegundis Feitosa, Alceu Reis, Naílson Simões, Antônio Marcos Cardoso, entre outros. Organizou por três anos os Encontros Internacionais de Piano, atuando ao lado de pianistas renomados como Irina Vorobieva (EUA/Rússia) e Daniel Buranovský (Eslováquia). Em 2015 participou como diretora musical do documentário “Melodiário” sobre a obra homônima do compositor Jaceguay Lins. Participa como pianista do Duo Galama-Cardoso com o trompetista Antonio Marcos Cardoso, e do Duo Ars Cantus com a mezzosoprano argentina Lorena Espina, ambos com repercussão nacional e internacional.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 02/04/2021 foi com Eudóxia de Barros

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Dona de um extenso e premiado currículo, e agraciada com quase uma centena de dedicatórias dos mais destacados compositores eruditos brasileiros, Eudóxia de Barros destaca-se no cenário musical brasileiro sobretudo por ter abandonado uma cômoda e promissora carreira internacional para dedicar-se a levar a música a todos os rincões brasileiros, tal como legítima bandeirante paulista.

Mesmo as cidades mais longínquas e pequeninas têm tido a oportunidade de apreciar um repertório de alto nível e cuidadosamente selecionado, no qual sempre se destacam obras-primas de compositores nacionais.

  • Suas interpretações vigorosas e cuidadosamente trabalhadas vão de Chiquinha Gonzaga a Osvaldo Lacerda; de Bach a Beethoven e a Chopin, muitas delas registradas em CDs e DVD . São um marco cultural importante para nosso país e um exemplo a ser sempre lembrado, aplaudido e imitado. 
  • Foi eleita membro da Academia Brasileira de Música em 1989, ocupando a cadeira n* 14 do patrono Elias Álvares Lobo. É co-fundadora e Presidente do Centro de Música Brasileira, entidade que se ocupa da defesa e difusão da música erudita brasileira e que existe desde 1984.
  • Escreveu um livro de “Técnica Pianística” publicado pela Editora Ricordi / Musicalia, já na 2ª edição. Ao longo de sua carreira Eudóxia lançou trinta e um LPs, quinze CDs e dois DVDs.  Foi convidada pela COMEP ( Comunicação Edições Paulinas ) a gravar a obra integral para piano do compositor paulista Osvaldo Lacerda, gravação que começou em Outubro de 2015, e a partilhou com mais seis pianistas escolhidos por ela porque tambem sempre tocaram obras do compositor; o lançamento dessa coleção, aconteceu no dia 23 de Setembro de 2017, em São Paulo, no mesmo ano em que o compositor estaria completando 90 anos . Eudóxia ganhou muitos prêmios, inclusive um “Disco de Ouro” em 1975. Eudóxia lançou o CONCURSO INTERNACIONAL de INTERPRETAÇÃO PIANÍSTICA  da OBRA do COMPOSITOR OSVALDO LACERDA  realizado em Dezembro de 2015 em São Paulo ; site : www.eudoxiadebarros.com.br  onde se poderá obter todas as músicas  do compositor, para serem impressas . Em Setembro de 2016 lançou um livro biográfico, escrito por Rosângela Paciello Pupo intitulado “Valeu a pena ? – Conversando com Eudóxia de Barros “, pela Editora MusiMed

 


 

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🎶 A entrevista do dia 26/03/2021 foi com José Carlos Vasconcellos

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Vasconcellos estudou sob orientação dos Profs. Aracy Pereira da Silva, Luiz Carlos de Moura Castro e Myrian Dauelsberg. Participou de festivais de música em Portugal, Espanha e Itália, nos quais teve contato com mestres como Helena Sá e Costa e Ludovica Mosca. Integrou por cerca de dez anos um duo pianístico com a Profa. Aracy Pereira da Silva, com intensa atividade no Rio de Janeiro, divulgando numeroso repertório para essa formação. Apresenta-se no Brasil desde o final dos anos 1990, e desde 2014 vem tocando com frequência também no Projeto Música no Museu, inclusive na sua versão internacional, pela qual já deu concertos em Portugal e Alemanha. Apresentou-se recentemente também na França, nos Estados Unidos e na Argentina. Seu estudo A Natureza do Brasil no Piano de Villa-Lobos (já publicado como livro) lhe valeu a nomeação como membro da Academia Nacional de Música e a participação em simpósios e congressos sobre o compositor, no Brasil (Simpósio Villa-Lobos, na USP, em 2019) e no exterior (Experiencing Villa-Lobos, na Virginia Commonwealth University, Richmond-EUA). Seus recitais foram transmitidos pela TV Brasil, TV Cultura e pela Rádio MEC. É também Procurador do Estado do Rio de Janeiro e professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 19/03/2021 foi com o Duo Heloisa e Amilcar Zani

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Heloisa e Amilcar Zani iniciaram seu trabalho como duo pianístico em Teresópolis, durante o XIX Curso Internacional de Férias da Pró-Arte. A formação individual como pianistas desenvolveu-se de maneira semelhante ao estudarem com Gilberto Tinetti em São Paulo, com Helena Costa no Porto, Portugal efinalmente com Conrad Hansen na Escola Superior de Música de Hamburgo, Alemanha. Frequentaram ainda inúmeros cursos de interpretação com Magda Tagliaferro, Jan Ekier, Homero Magalhães, Vlado Perlemuter e Yvonne Léfèbure.

São ambos professores no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo onde desenvolvem atualmente intenso trabalho de ensino e pesquisa nos cursos de pós-graduação. A atividade de pesquisa levou-os por várias vezes nos últimos anos à Biblioteca do Congresso em Washington, EUA, permitindo não apenas o aprofundamento do estudo do repertório camerístico traduzido para a linguagem do piano a quatro mãos, mas também a realização de seus projetos de pesquisa. Destacam-se os projetos de pesquisa financiados pela CAPES e pela FAPESP, que tem como objetivo o estudo, a divulgação e publicação inéditas do material contido na Coleção Clara e Edward Steuermann. Os resultados deste trabalho podem ser acessados através do site www. projetosteuermann.usp.br.

A busca de novas propostas didáticas em relação ao ensino do instrumento, uma constante na atividade de Heloisa Zani, resultaram na realização e defesa de Dissertação de Mestrado na ECA/USP, que aborda a produção musical de Hanns Eisler. Obteve seu Doutorado ainda na ECA/USP apresentando, em trabalho absolutamente inédito, a correspondência entre Clara e Edward Steuermann e René Leibowitz. Amilcar Zani é Professor Titular no Departamento de Música da ECA/USP.

Tem Mestrado e Doutorado em Artes, com trabalhos que abordam especificamente a produção pianística de Robert Schumann. Após pesquisa realizada na Biblioteca do Congresso de Washington, USA, com bolsa de pós-doutorado concedida pela CAPES, defendeu a tese de livre-docência: “Edward Steuermann: um esboço de figura”, na qual resgata o papel e influência que este pianista, professor e compositor desempenhou ao lado de Schoenberg, Berg e Webern na Segunda Escola de Viena. Como Duo, têm se apresentado regularmente em inúmeros concertos e recitais.

Além de realizarem primeiras audições de obras de compositores brasileiros, como Eduardo Seincman e Willy Correa de Oliveira, dedicam-se à divulgação de obras de câmara de vários compositores transcritas para piano a quatro mãos, sempre em primeira audição no Brasil: o Quinteto para piano op. 44 de Robert Schumann, transcrito por Clara Schumann; o Quarteto para piano op. 47, também de Schumann, transcrito por Carl Reinecke; os Quartetos de cordas de Johannes Brahms, em versão do autor para piano a quatro mãos; os Quartetos de cordas de Schumann, transcritos por Otto Dresel.

  • Juntamente com o Coral da OSESP, fizeram na Sala São Paulo a primeira audição da versão de Edward Steuermann da Glückliche Hand, de Arnold Schoenberg, para dois pianos, coro e solista. Apresentaram também em primeira audição no Brasil, o Concerto de Alfred Schnittke para Piano a Quatro Mãos e Orquestra.
  • Idealizaram, juntamente com a artista plástica Branca de Oliveira, o espetáculo A Dobra Schumanniana, concerto-instalação que une música e vídeo. Lançado no SESC Pompéia, em São Paulo, e atualmente em sua sétima versão, apresenta obras para piano a quatro mãos de Robert e Clara Schumann e Johannes Brahms, ao mesmo tempo em que imagens captadas na Casa Robert Schumann em Zwickau, na Alemanha, são exibidas no entorno em projeção mapeada.
  • Atualmente preparam a publicação e o lançamento da versão para piano a quatro mãos, realizada por Eduardo Seincman, da Noite Transfigurada de Arnold Schoenberg.

 


 

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🎶 A entrevista do dia 12/03/2021 foi com Filipe Raposo

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Filipe Raposo nasceu em Lisboa em 1979. É pianista, compositor e orquestrador. Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa.

Para além da música colabora regularmente como compositor e intérprete em Cinema e Teatro. Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho, Maria João. Enquanto orquestrador e pianista tem colaborado com inúmeras orquestras europeias: Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana, Orquestra Filarmonia da Beiras, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra do Sul, Thueringen Symphony Orchestra, St. Christopher Chamber Orchestra Vilnius, Accademia del Concerto String Ensemble, ToraTora Big Band, L.A. Big Band, KMH Jazz Orchestra.

  • Participou na residência artística Raízes da Curiosidade (2014) – encontro entre 5 artistas e 5 neurocientistas na demanda pela compreensão do processo criativo (CCB e Fundação Champalimaud).
  • Em 2013 participou na exposição Fashion Innovation 3 – Nobel Museum Stockholm – com a composição “I have in me all the dreams of the world” para o prémio Nobel da Física.
  • Desde 2004 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente no acompanhamento de filmes mudos. A convite da Cinemateca Portuguesa compôs e gravou a banda sonora para as edições em DVD de dois filmes portugueses do Cinema Mudo, em 2017 foi lançado “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, tendo ganho uma Menção Honrosa no Festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha, e em 2018 “O Táxi n.º9297” de Reinaldo Ferreira.
  • Compôs as bandas sonoras para os filmes “O Gelo” (2016) e “Refrigerantes e Canções de Amor” (2016) ambos com realização de Luís Galvão Teles. “O Gelo” ganhou o Prémio de Melhor banda Sonora no Festival Caminhos Film Festival e o filme “Refrigerantes e Canções de Amor” ganhou o Prémio de Melhor Canção Original nos Prémios Sophia – Academia de Cinema.
  • Tem desenvolvido, com o artista visual António Jorge Gonçalves, vários projectos – “4 Mãos”, “Qual é o som da tua cara?”, e no Teatro S. Luiz “O Telhado do Mundo” com a participação do escritor Ondjaki.
  • Como pianista e em nome próprio, tem-se apresentado em vários festivais de Jazz europeus: (Festival de Jazz do S. Luiz, Festival Internacional Douro Jazz, CAOS – Fasching Jazz Club Stockholm, New Sound Made Jazz Fest. Stockholm, Vilnius Jazz Festival, International Festival of Jazz Piano – Prague).

Em nome próprio editou os discos:

  • First Falls (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália;
  • A Hundred Silent Ways (2013) – Disco a Solo;
  • Inquiétude (2015);
  • Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018).
  • ØCRE (2019) – Disco a solo

 


 

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🎶 A entrevista do dia 05/03/2021 foi com o Maestro Ricardo Tacuchian

Compositor, regente, multi-instrumentista, professor e pesquisador, Ricardo Tacuchian é considerado, depois de Villa-Lobos o maior compositor para violão do país. É o criador do Sistema-T de organização de alturas. Seu catálogo musical possui mais de 250 peças executadas em salas de concertos do Brasil e do exterior” (FMBC). Sua obra  contém mais de 250 títulos, e sua composição Transparências foi apresentada no Carnegie Hall em 1996, com excelente crítica do New York Times.

Doutor em Música pela University of Southern California, suas composições já foram tocadas nas salas mais importantes de todo o mundo, bem como seus artigos publicados em diversos países. A Academia Brasileira de Música foi agraciada com sua cadeira em 1981.

Foi professor em várias instituições brasileiras, americanas e europeias e criou o Panorama da Música Brasileira Atual, o mais antigo festival de música brasileira contemporânea em atividade.  Como compositor participou, entre outros festivais, da Tribune Internationale des Compositeurs du Conseil lnternational de la Musique, da UNESCO (1977); do International Society of Contemporary Music/World Music Days (1978); do Music of the Americas Festival 2001, da Florida International University, e do Other Minds Music Festival 8, em São Francisco, Califórnia (2002). Teve obras executadas em todas as edições da Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Em 2000, com bolsa da Rockefeller Foundation, foi compositor residente na Villa Serbelloni, em Bellagio, Itália, dentre vários outros.  É consultor ad hoc da CAPES, CNPQ, FAPERJ, UERJ, SBPC, The Rockefeller Foundation, John Simon Guggenheim, dentre outras.

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