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O Piano e suas Perspectivas

Projeto de Extensão sob coordenação da Profª Andréa Luísa Teixeira

O Projeto "O Piano e suas Perspectivas" é uma realização da Escola de Música e Artes Cênicas e da Reitoria Digital da Universidade Federal de Goiás, cujo objetivo principal é falar sobre música, sociedade e seu importante papel para a formação do ser humano. Todas as sextas-feiras, às 17h pelo canal do YouTube da UFG_oficial, um convidado especial do Brasil e do mundo para falar não apenas para a comunidade acadêmica, mas para toda a sociedade. O projeto tem o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal, Centro de Estudos em Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa, Centro de Estudos Brasileiros-UFG e Rádio Universitária.

O Projeto, que teve início em Junho de 2020, já está na 34ª Edição com convidados dos EUA, Colômbia, Argentina, Cuba, Brasil, México, Portugal e acessos ao programa de 12 países.

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Confira abaixo a Galeria de Informações dos entrevistados:

 

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Prestes a fazer 50 anos, com 45 de carreira musical, Haruê Tanaka nasceu em São Paulo-SP, mas radicou-se em João Pessoa, desde 1 ano e 4 meses de idade. É musicista, música, pianista acompanhadora e professora/ educadora do Curso de Bacharelado em Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) onde se graduou em Piano e tornou-se especialista em Artes e mestra em Educação. Autora do livro “Diário de uma ritmista aprendiz” (2009); concluiu o doutorado em Educação Musical (2012) pela Universidade Federal da Bahia e Instituto Politécnico do Porto (IPP-Portugal) na Escola Superior de Música. Atua como instrumentista na Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste e Fulô Mimosa, tocando sanfona; como maracatuzeira participa da Nação de Maracatu Pé de Elefante e do movimento feminista de baque-virado – Baque Mulher (tocando alfaia).
Além da docência vem se dedicando à pesquisa, concentrando seus estudos, principalmente, no que se refere às áreas da Educação Musical, Etnomusicologia, Educação, Gênero e Música.

 

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Maestro Fabio Ernesto Martínez Navas (Bogotá 1951)

Professor emérito e titular da Universidad Pedagógica Nacional de Bogotá-Colômbia. Compositor e arranjador. Mestrado em TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) aplicadas à educação; Especialista em Educação a Distância. Especialista em Educação Virtual. Desenha, cria e elabora e-Books de música.

Autor dos seguintes livros didáticos de música:

 

Transporte armónico y melódico 1984

Cómo tocar guitarra con acordes disonantes 1992

Teoría simplificada de la música 2001

Czerny aplicado a la música colombiana 2009

Método de solfeo 2014

Música de cámara para conjunto de guitarras 2018

Música colombiana para piano. Repertorio para niños y jóvenes 2018

Estudios de música colombiana para piano 2020

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Bartira tem alcançado resultados gratificantes no ensino do canto, porque abraça este ensino com peculiaridade diferenciada dos demais professores.

Seu trabalho é apoiado numa análise constante, que busca rigorosamente a personalidade vocal de cada estudante, como base para a pureza e a saúde da técnica vocal.

Foi assim que alcançou a aprovação de seis cantores goianos para comporem o Corpo de Ópera e o Coral Sinfônico do Municipal de São Paulo, numa inédita porcentagem de aprovação jamais ocorrida nesse concurso, palavras dos regentes do Municipal de São Paulo. Professora Titular de Canto da Escola de Música da Universidade Federal de Goiás.

Curso de Cantoterapia na Faculdade de Música Carlos Gomes, em São Paulo, durante o ano de 2001.

Ganhou a Medalha Tiokô: Música, concedido pela União Brasileira de Escritores de Goiás, em novembro de 2001.

Foi homenageada com a Medalha “Nhanhá do Couto”, concedida pelo Conselho de Cultura do Estado de Goiás.

Possui Especialização em: Psicologia Transpessoal com abordagem corporal pelo Instituto Serra da Portaria; e  Especialização em Interpretação do Sonho e Mandala pela Associação Brasileira de Psicologia Transpessoal, ministrado pelo Dr.  Leo Mattos.

Participou do 1º Congresso Brasileiro do Desvendar da Voz, ministrado por Thomas Adam. 

Eleita "Melhor intérprete de Camargo Guarnieri", em Concurso de Canto realizado na Escola de Música da UFGo.

Intérprete da personagem “Musetta” da Ópera La Bohème, de Puccini, realizada no Teatro Goiânia e Teatro Dulcina do Rio de Janeiro.

 

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A entrevista do dia 25/06 foi com *Delia Fischer*

Delia Fischer, nome artístico de Delia Cristina Martins Fischer (Rio de Janeiro, 29 de agosto de 1964) é uma compositora, cantora, pianista, produtora e arranjadora brasileira. Delia atua como diretora musical de musicais brasileiros tendo ganhado prêmios relevantes como diretora musical e arranjadora.

Nascida no Rio de janeiro RJ, é filha de pai alemão Wilfried Gerorg Heinrich Otto Fischer e mãe carioca da Tijuca, Lia Braga Martins. Tem um filho, Antonio Fischer Band também músico.

Delia Fischer estudou piano com Salomé Gandelmann e posteriormente se aperfeiçoou com Guerra Peixe e Luiz Eça. Lançou-se profissionalmente com o grupo ‘Duo Fenix’, formado por Delia e Claudio Dauelsberg e que lançou dois álbuns com repercussão no Brasil e exterior.

Delia participou de importantes festivais de jazz como ‘Montreaux Jazz Festival’ – na edição de 1988 com Barrosinho e 1989 com Duo Fenix – e ‘Sofia Jazz Festival’, na Bulgária. O Duo se apresentou ainda no ‘New Morning’ em Paris.

Em 1999, Delia lançou seu primeiro álbum solo ‘Antonio’ sob o importante selo alemão ‘Carmo/ECM Records’ de Egberto Gismonti. Nesse período atuou e gravou com Toninho Horta, Ed Motta, Nivaldo Ornelas, Nico Assumpção, Erasmo Carlos, Bob Baldwin (EUA) e Thiago de Mello (EUA).
Em março de 2018 Delia recebeu em Nova York o “The Independent Music Awards” pelo seu single ‘Mercado” produzido por ela em conjunto com Antonio Fischer-Band e Matias Correa .Nesse mesmo ano assina a direção musical e arranjos do show ”Simone encontra Ivan Lins”

Em 2019 Delia recebeu 5 estrelas pelo album “Tempo Mínimo" na revista Downbeat e fez sua primeira turnê solo internacional com shows e Portugal , Italia, Alemanha, EUA. No  mesmo ano o álbum foi indicado a Melhor Álbum de MPB no Latin Grammy.
Lançou em 2021 seu mais novo album "Hoje", dedicado a reinterpretar hits de Ivan Lins, Taiguara, Beto Guedes, Flavio Venturini, Bjork e Beatles. Neste álbum ela também contou com a participação especial de Ney Matogrosso para sua única composição inédita.
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A entrevista desta sexta-feira (11/06) é com *Alfredo Bello*

Alfredo Bello, é um dos mais destacados pesquisadores da tradição cultural brasileira. Em 2004 criou o selomundomelhor.org especializado em gravações de culturas tradicionais, tendo lançado 35 títulos ligados a cultura brasileira. Estudou Ciênciais Sociais por 2 anos, depois graduou-se em Música pela Universidade de Brasília em 1998, agora faz Mestrado em “Identidades e culturas brasileiras” do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo.

Com o trabalho de "DJ Tudo e sua gente de de todo lugar" junta pesquisas da cultura brasileira, produção musical e experiência como instrumentista. Desde 2008 lançou 7 discos, tendo o disco “Gaia Musica vol 1” ganhado como melhor álbum eletrônico, no 270 Prêmio da Música Brasileira, em 2016. Com palestras, discotecagens, oficinas, produções e shows, DJ Tudo percorre boa parte  do Brasil e outros 30 países divulgando a cultura brasileira. 

 

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A entrevista desta sexta-feira (28/05) é com *Fernando Cupertino*

Natural de Goiânia/GO, Fernando Cupertino viveu toda a sua infância e parte de sua adolescência na Cidade de Goiás, antiga Capital do Estado. Ali recebeu influências do meio cultural extremamente rico, a partir do seio de sua própria família. Com a professora Darcília Amorim (1903-1995), aprendeu teoria musical e técnica vocal e viu seu talento criativo ser gradativamente direcionado para a música litúrgica. Durante o curso de Medicina, em Goiânia, no final da década de 70, frequentou o Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás como aluno não-regular, onde aprofundou seus conhecimentos de Harmonia.

De volta à Cidade de Goiás, já como médico, dedicou-se ao trabalho musical na Catedral de Sant’Ana, na Igreja de S. Francisco e na Igreja de N. Sra. do Rosário, compondo e executando peças sacras e profanas. A partir de 2002, incentivado pelas pianistas Belkiss S. Carneiro de Mendonça e Consuelo Quireze, dedicou-se de modo mais intenso à escrita para piano, sem deixar, contudo, o gosto pela música litúrgica.

Em 2004, lançou três CDs com obras de sua autoria (“Música Sacra”, “Obra Diversa” e “Consuelo Quireze interpreta Fernando Cupertino”), através de projeto aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura do Estado de Goiás. Recebeu a Comenda do Mérito Cultural, na categoria Composição Musical, do mesmo Conselho, também em 2004.

Estudou Composição com o professor Osvaldo Lacerda (1927-2011) de 2005 a 2011 e concluiu seu Mestrado em Música na Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (2007). Participou, como jurado, de dois concursos promovidos pelo Centro de Música Brasileira, em S. Paulo (2019 e 2016).

Com a pianista Consuelo Quireze, forma o Duo Terra Brasilis, que tem procurado divulgar a música brasileira de concerto no Brasil e no exterior, já tendo se apresentado na Embaixada do Brasil na França (2005); na Embaixada do Canadá no Brasil (2006); no Centro de Música Brasileira em São Paulo (2006, 2007 e 2016); na Maison Trestler, no Québec, e na Maison des jeunesses musicales du Canada (2007); em Portugal (2008, 2018 e 2019), dentre outros.

Em 2013, teve a estreia de sua Missa Brevis in honorem Beatissimae Virginis Mariae, pelo Coro Polifónico da Lapa, na cidade do Porto (Portugal); em 2015, por solicitação do Coro Arquidiocesano de Campinas (São Paulo), escreveu a Missa de Santa Cecília, cuja estréia se deu no Mosteiro de S. Bento de Vinhedo (São Paulo). É autor de várias obras para piano, música de câmara, orquestra de cordas, orquestra sinfônica, coro e canções para voz e piano, além de um grande número de peças destinadas ao uso litúrgico.

Foi membro titular do Conselho de Cultura do Estado de Goiás, de 2012 a 2017.

Atualmente, é vice-presidente do Centro de Música Brasileira, em São Paulo.

Concluiu, também, os cursos de mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia e de doutorado em Ciências da Saúde, pela Universidade de Brasília.

É membro do Conselho do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa desde 2018, onde também colabora como professor convidado na área de Saúde Global.

 

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Sergio Medina completou seus estudos musicais na Escola de Música da Universidade de Guadalajara com Fernando Corona e Enrique Flórez onde obteve os títulos de "Instrutor de Música" em 1976 e de "Professor no Ensino de Violão" em 1980, recebendo o título distinção de melhor aluno do ano. Mais tarde, ele obteve o Bacharelado em Música por nivelamento.
Em 1981 recebeu uma bolsa do governo francês para realizar estudos avançados na L'Ècole Normale de Musique de Paris, onde obteve o “Diplôme d'Execution de la Guitare” sob a direção do maestro Alberto Ponce, com quem estudou por seis anos. Durante a sua estadia naquele país realizou também estudos de especialização em música renascentista e barroca no Conservatoire Nationale de Musique du Raincy, com o maestro Javier Hinojosa e em 1987 obteve o “Diplôme Superieur de Musique Ancienne”. A Universidade de Guadalajara concede-lhe o nível de Mestre para a validação de seus estudos no referido país.
Participou de cursos avançados ministrados por importantes professores como Manuel Barrueco, Leo Brouwer, David Russell e Hopkinson Smith. Tem desenvolvido um importante trabalho na música contemporânea trabalhando em estreita colaboração com vários compositores, destacando de forma especial o seu encontro em 1983 com o grande compositor espanhol Mauricio Ohana, com quem trabalha no seu concerto “Tres Gráficas”. Simultaneamente à sua carreira solo, realiza regularmente concertos com vários grupos de música de câmara.  Grande parte do repertório apresentado com esses grupos é composto por obras de diferentes épocas e compositores em versões originais de sua autoria.
Fez várias digressões, ministrando cursos e concertos em vários países como França, Alemanha, Espanha, Itália, Dinamarca, Estados Unidos e República Mexicana. Dentre os CD´s gravados, estão: “Guitarra Latino-americana”, “Guitarra Poética”, “Recital” e “Con Alma Latina”, esta última com música latino-americana para dois violões.
Simultaneamente à carreira de solista, trabalha desde 1988 como mestre em violão e pesquisador do Departamento de Música da Universidade de Guadalajara. Esta instituição publicou o livro: "Manual de Leitura e Transcrição de Tabs dos Séculos XVI ao XVIII" e "Inovações Musicais, Quatro Estratégias de Aprendizagem", do qual participou como co-autor. Como professor, faz parte do corpo acadêmico “Inovações Pedagógicas em Música”, grupo com o qual tem desenvolvido importantes projetos de pesquisa e divulgação. Participa regularmente em congressos, ministrando conferências e cursos relacionados com a interpretação da música barroca ou com a divulgação de várias pesquisas relacionadas com a pedagogia, a interpretação e a formação integral do concertista. Ele publica regularmente artigos sobre esses temas em livros e revistas especializadas. Desde 2010 ele é  Chefe do Departamento de Música da Universidade de Guadalajara.

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Chris Boardman começou sua carreira na indústria de cinema, televisão e estúdio de gravação em 1974. Recebeu uma indicação ao Oscar por "The Color Purple", 6 prêmios Emmy, 13 indicações ao Emmy, prêmios de cinema ASCAP e BMI e vários discos de platina por seu trabalho com artistas icônicos como Quincy Jones, David Foster, Steven Spielberg, Julie Andrews , Shirley MacLaine, Barbra Streisand, Marvin Hamlisch e Josh Groban.

Boardman é um dos músicos mais versáteis e altamente respeitados da indústria musical. Também foi indicado duas vezes para o prêmio de “Mentor do Ano” pela The Graduate School da University of Miami. Boardman lançou uma empresa de educação online para continuar impactando as vidas daqueles que desejam seguir carreira na indústria musical. Bem conhecido nos círculos de Hollywood como um dos poucos músicos que podem escrever qualquer coisa, os créditos de Boardman abrangem tanto a indústria quanto o gênero. Seja regendo "Dia Mundial da Criança" de David Foster para a televisão, compondo a trilha sonora inspirada dos anos 70 para "Payback" de Mel Gibson, arranjando música de dança de época para "Swing Kids" e "Meet Joe Black", orquestrando "Chaplin" de Anthony Newley para a Broadway ou locando e produzindo gravações solo como artista, Boardman abraça esses desafios com integridade e paixão.

 

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Uma das mais importantes compositoras brasileiras, Marisa Rezende nasceu no Rio de Janeiro em 1944, tendo sido professora titular de composição da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro até 2002, onde fundou o Grupo Música Nova, especializado no repertório brasileiro contemporâneo. Concluiu o Mestrado em Piano e o Doutorado em Composição pela Universidade da Califórnia. Recebeu em 2016 a Medalha Villa-Lobos, da Academia Brasileira  de Música, pelo conjunto de sua obra, e em 2018 foi compositora homenageada do V Festival de Música Contemporânea Brasileira de Campinas. Foi também uma das fundadoras da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música.

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Natural do Recife, iniciou seus estudos musicais aos cinco anos de idade, sob a orientação de Hilda e Nysia Nobre, realizando aos dez anos o seu primeiro recital de piano. Aos dezessete anos, como aluna de Waldemar de Almeida, representou o Brasil no V Concurso Internacional Frederico Chopin realizado em Varsóvia, Polônia. Detentora do 1º prêmio no Concurso Magda Tagliaferro (Rio de Janeiro/1957), partiu para Paris com bolsa de estudos de um ano. Em seguida fez curso de especialização chopiniana na Polônia com a professora Marguerita Trombini-Kazuro. Em Viena foi aluna de Bruno Seidlhofer e freqüentou os Festivais de Salzburg em 1957, 1958 e 1967. Professora fundadora do Curso de Música da Universidade Federal de Pernambuco, dedicou- se ao ensino de piano entre 1960 e 1986. Também professora do Conservatório Pernambucano de Música, onde ocupou o cargo de Presidente de 1987 a 1991 e de 1995 a 1999. Na tentativa de ampliar as perspectivas profissionais do artista nordestino, fundou em 1983 o Movimento Arte e Cultura do Nordeste que visava a uma maior integração entre os diversos campos de atividade. Entre 1983 e 1986, tal movimento realizou intensa temporada congregando artistas de várias áreas, incentivando, sobretudo, a descoberta de jovens valores. Idealizou e coordenou no Recife os Festivais Schumann/Chopin (2010), Liszt/Mendelsohn (2011) e Debussy/Albeniz (2012), sob o patrocínio do Governo do Estado. Atualmente coordena a programação “Música na Academia”, mantido desde 2014 pela Academia Pernambucana de Letras. Como concertista exerce intensa atividade. É licenciada em Música pela École Normale de Musique de Paris e em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco. Voltou à Europa em 1967-1968 para novos cursos de aperfeiçoamento e pedagogia pianística. Como bolsista do governo francês realizou, na qualidade de Presidente do Conservatório Pernambucano de Música, estágio de observação nos Conservatórios Erik Satie e Gabriel Fauré de Paris entre abril e junho/1997. Gravou cinco CDs: “Simplesmente Capiba”, com obras para piano do compositor, Capiba, Valsas Choros; “O Charme da Valsa e do Maxixe”, com obras do paulista Aurélio Gregori; “Tritonis” e “O Piano em Pernambuco”, com músicas de autores pernambucanos dos fins do séc.XIX e inícios do séc. XX . Em 2002 lançou o livro “Caminhos de uma Pianista” onde relata o seu trajeto musical.

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A Mississippi State University é a nova parceira do projeto de extensão da EMAC e Reitoria Digital da UFG a partir de abril.

 

O Projeto de extensão da EMAC-UFG O Piano e suas Perspectivas, realizado pela EMAC e Reitoria Digital da UFG é coordenado pela pianista da EMAC-UFG, Andréa Luísa Teixeira, além da equipe: Pablo Lisboa, Maria Caroline Porto, Sérgio de Paiva e Wesley de Menezes. Tem o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal, Centro de Estudos em Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa, Centro de Estudos Brasileiros , Rádio Universitária e O projeto iniciou-se em junho de 2020, e conta agora com o apoio da Rádio Brasil Central Rádio Brasil Central e a realização também será feita pela Mississippi State University através da pianista e artista Steinway, Rosângela Yazbec Sebba, coordenadora da área de piano do Departamento de Música e a Escola Comunitária de Música da MSU.  

 

A primeira entrevista da Dra. Sebba será com os pianistas David Dubal e Stanley Waldoff

 

David Dubal tem dado recitais de piano e masterclasses em todo o mundo, e foi jurado de competições internacionais de piano (incluindo o Van Cliburn International Piano Competition). Ele gravou vários CDs em conjunto com o pianista Stanley Waldoff para a gravadora Musical Heritage Society, e três discos foram remasterizados e lançados em CD pela gravadora Arkiv. Em 2013, Dubal participou do filme Holandês Nostalgia: a Música de Wim Statius Müller, comentando sobre as músicas do compositor, o qual foi seu professor em Ohio. Dubal lecionou na Juilliard School de 1983 a 2018, e na Manhattan School of Music de 1994 a 2015. 

Dubal escreveu vários livros, incluindo a Arte do Piano, Noites com Horowitz, Conversas com Menuhin, Reflexões do Teclado, Conversas com João Carlos Martins, Lembrando Horowitz e O Essencial Cânone da Música Clássica (um guia enciclopédico dos compositores proeminentes). Ele também escreveu e apresentou o documentário A Era Dourada do Piano, premiado com um Emmy e produzido por Peter Rosen. 

 

Dubal dá palestras semanais, Noites com Piano, na Good Shepherd-Faith Presbyterian Church, em Nova Iorque. Ele deu inúmeras palestras no Metropolitan Museum of Art sobre os grandes pianistas, mudanças sociais, história da música e tradição do piano. Suas palestras estão disponíveis em seu site: https://www.pianoevenings.com/david-dubal. Dubal é o anfitrião das palestras Sobre o Piano, um programa de performances comparativas de piano na WWFM e o anfitrião de Reflexões do Teclado, uma exploração semanal de gravações de piano, produzido na WQXR-FM. No final da década de 1990, ele apresentou uma série de programas de rádio intitulado The American Century, com foco em obras musicais de compositores Americanos do século XX, agora disponíveis no YouTube.

Entre 1971-1994, Dubal serviu como diretor musical da rádio Nova Iorquina WNCN-FM lançando o programa Por Amor à Música. Entre 1975 e 1976, ele apresentou um programa semanal de performances comparativas intitulado Uma Oferta Musical, com foco na música de Bach, Beethoven, Brahms, Chopin e Liszt, os quais estão disponíveis no YouTube. Em 1980, sua série de entrevistas com Vladimir Horowitz, Conversas com Horowitz, recebeu o prêmio Peabody Award. No início da década de 1980, Dubal entrevistou Claudio Arrau para uma série intitulada Conversas com Arrau, uma série de entrevistas sobre a vida e carreira do pianista. Em 1985, ele entrevistou Yehudi Menuhin nos estúdios WNCN-FM, cujo arquivo foi usado no livro Conversas com Menuhin. Dubal foi diretor artístico da rádio WNCN-FM apresentando o programa Por Amor à Música, entrevistas com pianistas famosos como Murray Perahia, Mitsuko Uchida, e Alexis Weissenberg, e compositors como John Corigliano, Phillip Ramey, William Mayer, e Laurent Petitgirard, e outros incluindo Quentin Crisp, Shlomo Mintz, e Wanda Wiłkomirska. Várias entrevistas foram arquivadas no YouTube.


Dubal foi homenageado pelo compositor Virgil Thomson com um retrato musical intitulado
David Dubal: In Flight, gravada pela pianista Jacquelyn Helin cuja versão orquestrada por Thomson foi também gravada. Em 1986, Dubal foi reconhecido por seu trabalho na WNCN-FM com um prêmio ASCAP Deems Taylor Award, e em 2006, ele foi premiado com o diploma honorário de Doutor em Música da Universidade Estadual de Nova Iorque.

 

Stanley Waldoff começou seus estudos de piano aos seis anos de idade. Dois anos depois, fez sua estréia profissional tocando um concerto com uma orquestra. Aos treze anos, ele ganhou o cobiçado prêmio Stillman-Kelley, que o ajudou a lançar sua carreira pianística com vários concertos. Isto foi seguido imediatamente por três aparições com a Sinfônica de Nova Orleans, que foram transmitidas na Rádio Nacional. Quatro anos depois, após estudos com Istvan Nadas, Dr. Waldoff entrou na Juilliard School com uma bolsa integral, mais tarde sendo aluno do pianista Martin Canin. Após receber seu bacharelado e mestrado pela Juilliard, Waldoff estudou seu doutorado na Columbia University, graduando em 1970. Posteriormente, foi pianista-residente e Diretor Associado da Escola de Rhode Island em Providence. Os três CDs gravados com David Dubal foram originalmente gravados para a Musical Heritage Society e mais tarde remasterizados e lançados pela gravadora Archiv. Ele se aposentou como Professor Emérito da University of Southern Mississippi, onde lecionou por trinta e quatro anos. Stanley Waldoff é um artista Steinway.

 

Dra. Sebba é professora pela Mississippi State University – Department of Music. Ela também tem grande reconhecimento nos Estados Unidos e seus alunos receberam inúmeras premiações. Procurada para workshops e jurada de concursos, ela apresenta regularmente masterclasses, recitais e recitais-palestras sobre repertório e pedagogia do piano nos Estados Unidos, America do Sul, Asia e Europa. Ela está em processo de organização do primeiro Programa de Música de Câmera na Europa para seu departamento, previsto para começar no verão de 2022.


Seu álbum Eight Sonatinas and the Sonata for Piano Solo by M. Camargo Guarnieri foi lançado em 2010 como a primeira e única gravação de todas as obras em CD por uma pianista. O álbum foi destaque nos programas de rádio do David Dubal - The Piano Matters na WWFM, Reflexão do Teclado na WQXR-FM, e foi convidada para participar da palestra no Instituto Cervantes do mesmo. Devido à sua dedicação em divulgar a música contemporânea, em 2017 Dr. Sebba lançou um CD de música de câmara pela Centaur Label com seu trio Millennia Musicae. Atualmente é uma das revisoras da Music Teachers National Association onde publicou críticas musicais sobre livros, CDs e métodos didáticos. Seus arranjos da música brasileira para diferentes instrumentos estão sendo publicados por várias editoras americanas.

Ela se apresentou em conferências nacionais e internacionais como a College Music Society, International Villa-Lobos Conference, London International Piano Symposium, LIII Música em Compostela, International Double Reed Society e National Association of College Wind and Percussion Instructors.

Dr. Sebba é membro ativa de organizações locais e estaduais de professores de música, atualmente servindo como Secretária do Fórum de Música do Triângulo Dourado, Presidente de Avaliações Distrital e Vice-Presidente de Avaliações para a Associação de Professores de Música do Mississippi. É membro de diversas associações nacionais e internacionais como, Associação Nacional de Professores de Música, Sociedade Universitária de Música, CARAVELAS - Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira, Federação Nacional de Clubes de Música, Associação Mundial de Professores de Piano e Associação Nacional de Instrutores de Sopro e Percussão. Ela está atualmente na lista de Artistas da Comissão de Artes do Mississipi e em 2013 recebeu o título de artista Steinway

 A estreia da parceria será no domingo, dia 18 de abril, às 15h do Mississippi, 16h de Nova Iorque, 17h do Brasil e 20h de Portugal. Depois disso o programa continua com seu horário habitual, todas as sextas, às 17h. 

 

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Paula Galama é Doutora em Música com ênfase em performance pela University of Kentucky, EUA. Em sua carreira solo e de câmera, tem se apresentado em vários estados do Brasil, Estados Unidos, China e República Tcheca, e participado como solista de várias orquestras incluindo a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Orquestra da Faculdade de Música do Espírito Santo, Banda Sinfônica da Faculdade de Música do Espírito Santo e University of Kentucky Wind Ensemble. Tem dividido o palco com músicos consagrados como Charles Schlueter, Benjamim Karp, Daniel Mason, Giuliano Sommerhalder, Lorena Espina, Radegundis Feitosa, Alceu Reis, Naílson Simões, Antônio Marcos Cardoso, entre outros. Organizou por três anos os Encontros Internacionais de Piano, atuando ao lado de pianistas renomados como Irina Vorobieva (EUA/Rússia) e Daniel Buranovský (Eslováquia). Em 2015 participou como diretora musical do documentário “Melodiário” sobre a obra homônima do compositor Jaceguay Lins. Participa como pianista do Duo Galama-Cardoso com o trompetista Antonio Marcos Cardoso, e do Duo Ars Cantus com a mezzosoprano argentina Lorena Espina, ambos com repercussão nacional e internacional.

 

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Dona de um extenso e premiado currículo, e agraciada com quase uma centena de dedicatórias dos mais destacados compositores eruditos brasileiros, Eudóxia de Barros destaca-se no cenário musical brasileiro sobretudo por ter abandonado uma cômoda e promissora carreira internacional para dedicar-se a levar a música a todos os rincões brasileiros, tal como legítima bandeirante paulista.

    Mesmo as cidades mais longínquas e pequeninas têm tido a oportunidade de apreciar um repertório de alto nível e cuidadosamente selecionado, no qual sempre se destacam obras-primas de compositores nacionais.

    Suas interpretações vigorosas e cuidadosamente trabalhadas vão de Chiquinha Gonzaga a Osvaldo Lacerda; de Bach a Beethoven e a Chopin, muitas delas registradas em CDs e DVD . São um marco cultural importante para nosso país e um exemplo a ser sempre lembrado, aplaudido e imitado.  

     Foi eleita membro da Academia Brasileira de Música em 1989, ocupando a cadeira n* 14 do patrono Elias Álvares Lobo. É co-fundadora e Presidente do Centro de Música Brasileira, entidade que se ocupa da defesa e difusão da música erudita brasileira e que existe desde 1984.

   Escreveu um livro de “Técnica Pianística” publicado pela Editora Ricordi / Musicalia, já na 2ª edição. Ao longo de sua carreira Eudóxia lançou trinta e um LPs, quinze CDs e dois DVDs.  Foi convidada pela COMEP ( Comunicação Edições Paulinas ) a gravar a obra integral para piano do compositor paulista Osvaldo Lacerda, gravação que começou em Outubro de 2015, e a partilhou com mais seis pianistas escolhidos por ela porque tambem sempre tocaram obras do compositor; o lançamento dessa coleção, aconteceu no dia 23 de Setembro de 2017, em São Paulo, no mesmo ano em que o compositor estaria completando 90 anos . Eudóxia ganhou muitos prêmios, inclusive um “Disco de Ouro” em 1975. Eudóxia lançou o CONCURSO INTERNACIONAL de INTERPRETAÇÃO PIANÍSTICA  da OBRA do COMPOSITOR OSVALDO LACERDA  realizado em Dezembro de 2015 em São Paulo ; site : www.eudoxiadebarros.com.br  onde se poderá obter todas as músicas  do compositor, para serem impressas . Em Setembro de 2016 lançou um livro biográfico, escrito por Rosângela Paciello Pupo intitulado “Valeu a pena ? – Conversando com Eudóxia de Barros “, pela Editora MusiMed

 

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A entrevista da sexta-feira, 26/03/2021, foi com *José Carlos Vasconcellos*
Vasconcellos estudou sob orientação dos Profs. Aracy Pereira da Silva, Luiz Carlos de Moura Castro e Myrian Dauelsberg. Participou de festivais de música em Portugal, Espanha e Itália, nos quais teve contato com mestres como Helena Sá e Costa e Ludovica Mosca. Integrou por cerca de dez anos um duo pianístico com a Profa. Aracy Pereira da Silva, com intensa atividade no Rio de Janeiro, divulgando numeroso repertório para essa formação. Apresenta-se no Brasil desde o final dos anos 1990, e desde 2014 vem tocando com frequência também no Projeto Música no Museu, inclusive na sua versão internacional, pela qual já deu concertos em Portugal e Alemanha. Apresentou-se recentemente também na França, nos Estados Unidos e na Argentina. Seu estudo A Natureza do Brasil no Piano de Villa-Lobos (já publicado como livro) lhe valeu a nomeação como membro da Academia Nacional de Música e a participação em simpósios e congressos sobre o compositor, no Brasil (Simpósio Villa-Lobos, na USP, em 2019) e no exterior (Experiencing Villa-Lobos, na Virginia Commonwealth University, Richmond-EUA). Seus recitais foram transmitidos pela TV Brasil, TV Cultura e pela Rádio MEC. É também Procurador do Estado do Rio de Janeiro e professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. 

 

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 A entrevista do dia 19/03/2021 foi com *Duo Heloisa e Amilcar Zani*

DUO HELOISA E AMILCAR ZANI

Heloisa e Amilcar Zani iniciaram seu trabalho como duo pianístico em Teresópolis, durante o XIX Curso Internacional de Férias da Pró-Arte.
A formação individual como pianistas desenvolveu-se de maneira semelhante
ao estudarem com Gilberto Tinetti em São Paulo, com Helena Costa no Porto, Portugal efinalmente com Conrad Hansen na Escola Superior de Música de Hamburgo, Alemanha. Frequentaram ainda inúmeros cursos de interpretação com Magda Tagliaferro, Jan Ekier, Homero Magalhães, Vlado Perlemuter e Yvonne Léfèbure.
São ambos professores no Departamento de Música da Escola de
Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo onde desenvolvem atualmente intenso trabalho de ensino e pesquisa nos cursos de pós-graduação. A atividade de pesquisa levou-os por várias vezes nos últimos anos à Biblioteca do Congresso em Washington, EUA, permitindo não apenas o aprofundamento do estudo do repertório camerístico traduzido para a linguagem do piano a quatro mãos, mas também a realização de seus projetos de pesquisa. Destacam-se os projetos de pesquisa financiados pela CAPES
e pela FAPESP, que tem como objetivo o estudo, a divulgação e publicação inéditas do material contido na Coleção Clara e Edward Steuermann. Os resultados deste trabalho podem ser acessados através do site www. projetosteuermann.usp.br.
A busca de novas propostas didáticas em relação ao ensino do instrumento, uma constante na atividade de Heloisa Zani, resultaram na realização e defesa de Dissertação de Mestrado na ECA/USP, que aborda a produção musical de Hanns Eisler. Obteve seu Doutorado ainda na ECA/USP apresentando, em trabalho absolutamente inédito, a correspondência entre Clara e Edward Steuermann e René Leibowitz.
Amilcar Zani é Professor Titular no Departamento de Música da ECA/USP
Tem Mestrado e Doutorado em Artes, com trabalhos que abordam especificamente a produção pianística de Robert Schumann. Após pesquisa realizada na Biblioteca do Congresso de Washington, USA, com bolsa de pós-doutorado concedida pela CAPES, defendeu a tese de livre-docência: “Edward Steuermann: um esboço de figura”, na qual resgata o papel e influência que este pianista, professor e compositor desempenhou ao lado de Schoenberg, Berg e Webern na Segunda Escola de Viena.
Como Duo, têm se apresentado regularmente em inúmeros concertos e recitais.
Além de realizarem primeiras audições de obras de compositores brasileiros, como Eduardo Seincman e Willy Correa de Oliveira, dedicam-se à divulgação de obras de câmara de vários compositores transcritas para piano a quatro mãos, sempre em primeira audição no Brasil: o Quinteto para piano op. 44 de Robert Schumann, transcrito por Clara Schumann; o Quarteto para piano op. 47, também de Schumann, transcrito por Carl Reinecke; os Quartetos de cordas de Johannes Brahms, em versão do autor para piano a quatro mãos; os
Quartetos de cordas de Schumann, transcritos por Otto Dresel.
Juntamente com o Coral da OSESP, fizeram na Sala São Paulo a primeira audição da versão de Edward Steuermann da Glückliche Hand, de Arnold
Schoenberg, para dois pianos, coro e solista. Apresentaram também em primeira audição no Brasil, o Concerto de Alfred Schnittke para Piano a Quatro Mãos e Orquestra.
Idealizaram, juntamente com a artista plástica Branca de Oliveira, o espetáculo
A Dobra Schumanniana, concerto-instalação que une música e vídeo. Lançado no SESC Pompéia, em São Paulo, e atualmente em sua sétima versão, apresenta obras para piano a quatro mãos de Robert e Clara Schumann e Johannes Brahms, ao mesmo tempo em que imagens captadas na Casa Robert Schumann em Zwickau, na Alemanha, são exibidas no entorno em projeção mapeada.
Atualmente preparam a publicação e o lançamento da versão para piano a
quatro mãos, realizada por Eduardo Seincman, da Noite Transfigurada de Arnold Schoenberg.

 

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Filipe Raposo nasceu em Lisboa em 1979. É pianista, compositor e orquestrador.

Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa.

Para além da música colabora regularmente como compositor e intérprete em Cinema e Teatro. Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho, Maria João. Enquanto orquestrador e pianista tem colaborado com inúmeras orquestras europeias: Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana, Orquestra Filarmonia da Beiras, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra do Sul, Thueringen Symphony Orchestra, St. Christopher Chamber Orchestra Vilnius, Accademia del Concerto String Ensemble, ToraTora Big Band, L.A. Big Band, KMH Jazz Orchestra.

Participou na residência artística Raízes da Curiosidade (2014) – encontro entre 5 artistas e 5 neurocientistas na demanda pela compreensão do processo criativo (CCB e Fundação Champalimaud).

Em 2013 participou na exposição Fashion Innovation 3 – Nobel Museum Stockholm – com a composição “I have in me all the dreams of the world” para o prémio Nobel da Física.

Desde 2004 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente no acompanhamento de filmes mudos. A convite da Cinemateca Portuguesa compôs e gravou a banda sonora para as edições em DVD de dois filmes portugueses do Cinema Mudo, em 2017 foi lançado “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, tendo ganho uma Menção Honrosa no Festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha, e em 2018 “O Táxi n.º9297” de Reinaldo Ferreira.

Compôs as bandas sonoras para os filmes “O Gelo” (2016) e “Refrigerantes e Canções de Amor” (2016) ambos com realização de Luís Galvão Teles. “O Gelo” ganhou o Prémio de Melhor banda Sonora no Festival Caminhos Film Festival e o filme “Refrigerantes e Canções de Amor” ganhou o Prémio de Melhor Canção Original nos Prémios Sophia – Academia de Cinema.

Tem desenvolvido, com o artista visual António Jorge Gonçalves, vários projectos – “4 Mãos”, “Qual é o som da tua cara?”, e no Teatro S. Luiz “O Telhado do Mundo” com a participação do escritor Ondjaki.

Como pianista e em nome próprio, tem-se apresentado em vários festivais de Jazz europeus: (Festival de Jazz do S. Luiz, Festival Internacional Douro Jazz, CAOS – Fasching Jazz Club Stockholm, New Sound Made Jazz Fest. Stockholm, Vilnius Jazz Festival, International Festival of Jazz Piano – Prague).

Em nome próprio editou os discos:

– First Falls (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália;

– A Hundred Silent Ways (2013) – Disco a Solo;

– Inquiétude (2015);

– Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018).

– ØCRE (2019) – Disco a solo

 

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Compositor, regente, multi-instrumentista, professor e pesquisador, Ricardo Tacuchian é considerado, depois de Villa-Lobos o maior compositor para violão do país. É o criador do Sistema-T de organização de alturas. Seu catálogo musical possui mais de 250 peças executadas em salas de concertos do Brasil e do exterior” (FMBC). Sua obra  contém mais de 250 títulos, e sua composição Transparências foi apresentada no Carnegie Hall em 1996, com excelente crítica do New York Times.

 Doutor em Música pela University of Southern California, suas composições já foram tocadas nas salas mais importantes de todo o mundo, bem como seus artigos publicados em diversos países. A Academia Brasileira de Música foi agraciada com sua cadeira em 1981.

Foi professor em várias instituições brasileiras, americanas e europeias e criou o Panorama da Música Brasileira Atual, o mais antigo festival de música brasileira contemporânea em atividade.  Como compositor participou, entre outros festivais, da Tribune Internationale des Compositeurs du Conseil lnternational de la Musique, da UNESCO (1977); do International Society of Contemporary Music/World Music Days (1978); do Music of the Americas Festival 2001, da Florida International University, e do Other Minds Music Festival 8, em São Francisco, Califórnia (2002). Teve obras executadas em todas as edições da Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Em 2000, com bolsa da Rockefeller Foundation, foi compositor residente na Villa Serbelloni, em Bellagio, Itália, dentre vários outros.  É consultor ad hoc da CAPES, CNPQ, FAPERJ, UERJ, SBPC, The Rockefeller Foundation, John Simon Guggenheim, dentre outras.

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