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O Piano e suas Perspectivas

Projeto de Extensão sob coordenação da Profª Andréa Luísa Teixeira

O Projeto "O Piano e suas Perspectivas" é uma realização da Escola de Música e Artes Cênicas e da Reitoria Digital da Universidade Federal de Goiás, cujo objetivo principal é falar sobre música, sociedade e seu importante papel para a formação do ser humano. Todas as sextas-feiras, às 17h pelo canal do YouTube da UFG_oficial, um convidado especial do Brasil e do mundo para falar não apenas para a comunidade acadêmica, mas para toda a sociedade. O projeto tem o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal, Centro de Estudos em Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa, Centro de Estudos Brasileiros-UFG e Rádio Universitária.

O Projeto, que teve início em Junho de 2020, já está na 34ª Edição com convidados dos EUA, Colômbia, Argentina, Cuba, Brasil, México, Portugal e acessos ao programa de 12 países.

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Confira abaixo a Galeria de Informações dos já entrevistados:

 

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(12) O Piano e suas Perspectivas (36ª edição, 12 de março de 2021), com Filipe Raposo - YouTube

Filipe Raposo nasceu em Lisboa em 1979. É pianista, compositor e orquestrador.

Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa.

Para além da música colabora regularmente como compositor e intérprete em Cinema e Teatro. Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho, Maria João. Enquanto orquestrador e pianista tem colaborado com inúmeras orquestras europeias: Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana, Orquestra Filarmonia da Beiras, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra do Sul, Thueringen Symphony Orchestra, St. Christopher Chamber Orchestra Vilnius, Accademia del Concerto String Ensemble, ToraTora Big Band, L.A. Big Band, KMH Jazz Orchestra.

Participou na residência artística Raízes da Curiosidade (2014) – encontro entre 5 artistas e 5 neurocientistas na demanda pela compreensão do processo criativo (CCB e Fundação Champalimaud).

Em 2013 participou na exposição Fashion Innovation 3 – Nobel Museum Stockholm – com a composição “I have in me all the dreams of the world” para o prémio Nobel da Física.

Desde 2004 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente no acompanhamento de filmes mudos. A convite da Cinemateca Portuguesa compôs e gravou a banda sonora para as edições em DVD de dois filmes portugueses do Cinema Mudo, em 2017 foi lançado “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, tendo ganho uma Menção Honrosa no Festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha, e em 2018 “O Táxi n.º9297” de Reinaldo Ferreira.

Compôs as bandas sonoras para os filmes “O Gelo” (2016) e “Refrigerantes e Canções de Amor” (2016) ambos com realização de Luís Galvão Teles. “O Gelo” ganhou o Prémio de Melhor banda Sonora no Festival Caminhos Film Festival e o filme “Refrigerantes e Canções de Amor” ganhou o Prémio de Melhor Canção Original nos Prémios Sophia – Academia de Cinema.

Tem desenvolvido, com o artista visual António Jorge Gonçalves, vários projectos – “4 Mãos”, “Qual é o som da tua cara?”, e no Teatro S. Luiz “O Telhado do Mundo” com a participação do escritor Ondjaki.

Como pianista e em nome próprio, tem-se apresentado em vários festivais de Jazz europeus: (Festival de Jazz do S. Luiz, Festival Internacional Douro Jazz, CAOS – Fasching Jazz Club Stockholm, New Sound Made Jazz Fest. Stockholm, Vilnius Jazz Festival, International Festival of Jazz Piano – Prague).

Em nome próprio editou os discos:

– First Falls (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália;

– A Hundred Silent Ways (2013) – Disco a Solo;

– Inquiétude (2015);

– Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018).

– ØCRE (2019) – Disco a solo

 

 

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Compositor, regente, multi-instrumentista, professor e pesquisador, Ricardo Tacuchian é considerado, depois de Villa-Lobos o maior compositor para violão do país. É o criador do Sistema-T de organização de alturas. Seu catálogo musical possui mais de 250 peças executadas em salas de concertos do Brasil e do exterior” (FMBC). Sua obra  contém mais de 250 títulos, e sua composição Transparências foi apresentada no Carnegie Hall em 1996, com excelente crítica do New York Times.

 Doutor em Música pela University of Southern California, suas composições já foram tocadas nas salas mais importantes de todo o mundo, bem como seus artigos publicados em diversos países. A Academia Brasileira de Música foi agraciada com sua cadeira em 1981.

Foi professor em várias instituições brasileiras, americanas e europeias e criou o Panorama da Música Brasileira Atual, o mais antigo festival de música brasileira contemporânea em atividade.  Como compositor participou, entre outros festivais, da Tribune Internationale des Compositeurs du Conseil lnternational de la Musique, da UNESCO (1977); do International Society of Contemporary Music/World Music Days (1978); do Music of the Americas Festival 2001, da Florida International University, e do Other Minds Music Festival 8, em São Francisco, Califórnia (2002). Teve obras executadas em todas as edições da Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Em 2000, com bolsa da Rockefeller Foundation, foi compositor residente na Villa Serbelloni, em Bellagio, Itália, dentre vários outros.  É consultor ad hoc da CAPES, CNPQ, FAPERJ, UERJ, SBPC, The Rockefeller Foundation, John Simon Guggenheim, dentre outras.

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