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Revista UFG é classificada como B2 pela CAPES

Este é o maior estrato já alcançado pela Revista UFG desde os anos de 2010 a 2016 (de acordo com dados disponíveis pela CAPES)

A Revista UFG foi classificada com estrato B2 pela CAPES na avaliação prévia de periódicos divulgada no primeiro semestre deste ano. Atualmente, esta avaliação feita pela CAPES foi reformulada, estabelecendo ações para a melhoria dos instrumentos de avaliação da Pós-Graduação Stricto Sensu Brasileira. Entre essas ações, destaca-se o “Qualis Periódicos” (modalidade no qual a Revista UFG foi analisada), que efetua a análise da qualificação da produção intelectual.

Sendo uma avaliação feita a cada quatro anos, este foi o maior estrato já atribuído à Revista UFG desde a última análise feita entre os anos de 2013 a 2018. Anteriormente, a Revista havia sido avaliada em 13 áreas, dentre elas Arquitetura, Urbanismo e Design como B4 (o maior estrato que a Revista teve no período), Educação como C e Interdisciplinar como B5. Neste ano, a análise foi fundamentada no maior número de publicações no período, e no número de citações do periódico dentro de três bases: Scopus, Web of Science e Google Scholar.

Para alcançar tal resultado, a editora-chefe da Revista UFG, Daniela da Costa Britto Pereira Lima, explica que foram feitas ações em conjunto com a equipe da Revista, juntamente com a editora-executiva, Jéssica Traguetto e a estagiária, Taciane Castro, para que houvessem mudanças significativas e notórias. A equipe da Revista UFG ressalta, principalmente, as ações de:

  • “Atualização da publicação da Revista, implementação do sistema de publicação contínua, e registro de suas publicações no DOI – Digital Object Identifier (identificador único para artigos, anais e outras produções científicas)”;
  • “Identificação dos autores por meio de ORCID – plataforma digital que fornece um identificador/perfil para cada pesquisador interessado em divulgar suas produções, pesquisas, bolsas de estudo e inovação, ampliação nacional e internacional do Conselho Editorial Científico”;
  • “Indexação da Revista em 11 bases, buscadores e indexadores, a destacar o Latindex, REDIB, Base, DRJI e Diadorim”.

“Continuaremos investindo nossos esforços na indexação da Revista UFG, na sua internacionalização e publicação em língua estrangeira, rumo a uma maior qualificação na avaliação final do quadriênio que deve ocorrer em 2021. Não é fácil, mas estamos trabalhando para isso”, conclui Daniela Lima.

Daniela da Costa Britto Pereira Lima (Revista) Jéssica Traguetto (Revista) Taci (Revista)

Equipe Revista UFG

Da esquerda para a direita: Daniela Lima, Jéssica Traguetto e Taciane Castro.

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